Qual Brasil você quer para sua vida e o futuro dos seus filhos?

O Brasil vive um momento único na história, isto porque, as eleições de 2022 podem definir o futuro de toda a nação. A batalha que parece se concentrar apenas entre os nomes Lula e Bolsonaro vai muito além do que uma simples preferência pessoal.

O que muitos ainda não compreendem é que quem vai governar irá decidir junto com o Congresso Nacional e o Senado da República a vida do cidadão que vive dentro do território brasileiro nos próximos anos.

Para vislumbrar o futuro é preciso olhar para o passado. Um passado que no Brasil não é muito distante. Casos de corrupção, desvio de recursos, prisões. Mas para decidir o amanhã, é preciso que o cidadão faça uma escolha sem paixões, afinal, não estamos em jogo de futebol que se ganhar ou se perder em seguida virá um novo campeonato com chances reais de mudança.

É preciso analisar os fatos. Observe a incitação à quebra dos valores da família, a tentativa de inferência do estado na educação dos filhos que se iniciou em governos passados e que aprovou entre tantas discrepâncias a Lei da Palmada nº 13.010/2014 que proíbe o uso de castigos físicos, e que pune os pais por tentarem corrigir os seus filhos.

Para os desavisados é bom lembrar que quem tem poder manda. Quem não tem obedece. Como dito popular: Quando as coisas não vão bem, a corda sempre irá arrebentar do lado mais fraco. E quem é o lado fraco no Brasil? A grande massa, ou seja, a população de classe média e baixa.

Há muitas condições que não são valorizadas até o momento em que se perde. Em qualquer lugar do mundo podemos dizer que o bem mais precioso é a liberdade. O poder ir e vir, a liberdade de expressão, poder dizer o que pensa, gostando do outro ou não. A liberdade não tem preço.

Mas ela corre o grande risco de ser negada, usurpada, contida. Os negacionistas que preferem pagar para ver fingem não enxergar o que está diante dos olhos, a perseguição que se instaurou em nosso país. Isso nada tem a ver com partidos, tem a ver com poder nas mãos erradas.

Quando alguém que detém o poder nas mãos não sabe usá-lo de forma democrática sem preferência de lados, é eminente que logo sua ação se transforme em opressão.

Você ainda tem dúvida quanto ao que vê? Observe o ativismo judicial que se estabeleceu no país. Na balança da justiça brasileira dos últimos quatro anos, a medida só pensa para um lado. Alguns até podem concordar com a injustiça da justiça na atualidade. Mas se o autoritarismo não for contido hoje, quem garante que amanhã você, seus filhos e toda a sua família não se tornarão reféns do sistema que hoje foi consentido com o seu aplauso?

Percebam os países da América Latina como Venezuela e Argentina, a atual no Chile e Colômbia. Tire alguns minutos do seu dia, acesse canais livres na internet, busque outros veículos de comunicação que não se baseiam como massa de manobra; pesquise como eram antes e como esses países estão hoje. Depois decida de forma lúcida o Brasil que você quer.

Há situações que não vale a pena colocar a vida em risco.  Tem coisas que não dão para apostar e esperar para ver no que que vão dar, pois pode ser que não haja mais tempo de retornar.

Se você ainda espera um governo perfeito, não o encontrará nessa Terra, pois se você não é perfeito, não pode exigir diferente do outro. O que existem são homens que respeitam ou não o papel para o qual foram confiados. Diante de tudo isso, a decisão agora está com você. Decida!

Lembre-se do foi dito pelo próprio Deus no livro de Oséias 4:6 “Meu povo perece por falta de conhecimento”.

POR: 




 

Brasil – O que os brasileiros podem esperar de um país quase ingovernável?

No ano eleitoral, em outubro de 2022, mais uma vez o eleitor brasileiro terá que decidir quem serão os seus representantes na esfera estadual e federal. O que está em jogo é muito mais do que um campeonato, como o futebol, no qual quem ganha, coleciona apenas mais um título.

Aqui, infelizmente, não é o país das maravilhas, portanto as escolhas de hoje, são os reflexos do amanhã. A opção na hora do voto   é uma responsabilidade que interfere de forma direta na vida dos cidadãos.

 A briga política que ocorre na esfera do poder executivo, a nível federal, e que neste ano se assentou dentro de uma polarização entre Bolsonaro e Lula, é muito mais ampla do que muitos possam imaginar.

Enquanto a briga de titãs pela cadeira da presidência da república ocorre diante dos olhos dos leigos, nos bastidores, os sórdidos que sabem que para governar o presidente dependem dos deputados federais e dos senadores. Assim, alguns tentam mais uma vez usar do engano para manter no poder os próprios interesses.

 Mas o leigo eleitor que ainda acha que política é brincadeira é um jogo sem importância, permanece sem exercer de fato seu papel na democracia.

Para alguns qualquer coisa serve, afinal, “político é tudo igual”. Na verdade, esse papo não é bem assim, e o dia a dia tem revelado que quando as coisas não vão bem, a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

E quem é o lado mais fraco? Sem sombra de dúvidas, a grande massa falida.

O poder vicia.  Muitos daqueles que não se importam com o povo quando o assunto é criar leis que prejudicam a maioria em detrimento de uma minoria, sabem que quem tem poder manda, o chavão todo poder emana do povo, ledo engano fica claro o refrão dos sertanejos raízes Duduca e Dalvan “Quando entrar o fulano sair o ciclano será bem melhor”

Nas eleições, o povo vira presa, e muito políticos, os caçadores.

 

Mas para quem ainda não entendeu que esse é um jogo em que não se deve brincar. De forma metafórica, é bom explicar. Quando o assunto é economia, o que assegura que as pessoas tenham emprego e condições para subsistência, que pague menos impostos e muito mais está baseado na política.

O exercício para uma leitura simples sobre como funcionam as coisas é: Imagine que o pai seja o líder de uma casa, representada neste posto por (prefeito, governadores e o presidente da república).

Ele, exercendo o seu papel de líder, depende da esposa que o ajuda na administração da casa. Neste caso, a alusão se refere aos (vereadores, deputados estaduais e federais e os senadores). Só que nem sempre eles andam sintonia.

Embora convivam juntos, se os interesses pessoais se sobrepõem ao da família, logo as chances de que as coisas não andem bem são altíssimas.

Uma casa onde cada um visa os próprios interesses, está fadada a torna-se um fardo pesado.

Mas se você que entendeu a metáfora ainda acredita que esse papo não tem nada a haver com você, corre o grande risco de receber os respingos das escolhas erradas. Tenho dito!

 Por: Eliene Smith



 

ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÕES EM CHAPADÃO DO SUL - NOVO TEMPLO EM TEMPO DE DESAFIOS

 


Chapadão do Sul é uma cidade do Estado de Mato Grosso do Sul. Os habitantes se chamam chapadenses.
O município se estende por 3.851 km² e contava com 26.218 habitantes no último censo 2021. A densidade demográfica é de 6,5 habitantes por km² no território do município.
Vizinho dos municípios de Chapadão do Céu e Paraíso das Águas.
Situado a 786 metros de altitude e fica distante à 332 quilômetros da capital Campo Grande. Chapadão do Sul tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 18° 46' 44'' Sul, Longitude: 52° 36' 59'' Oeste.
A principal fonte de renda do município é a agricultura,  as terras em toda  extensão  é altamente apropriadas para o cultivo  das espécies da agricultura tradicional no país. Em se falando de fonte de renda, o comércio local é pujante e com muitos detalhes empreendedores na cidade, a estética e relevo do âmbito urbano é uma mistura de bom gosto, pelas ruas amplas e espaçosas, o que se vê é um  combinado com muitos verdes e calçadas, num critério de plano diretor.
Pois bem, é neste gigante município que está presente no coração da cidade e da população a Assembleia de Deus Missões, denominação evangélica que já tem mais de 60 anos de existência em Chapadão, e vários pastores deixaram seus legados de grandes tarefas no campo da obra de Deus. A ADM atualmente é liderada pelo pastor Daniel Rovani, casado com a Missionária Eliete Rovani, com quem tem  dois filhos  e está a frente do ministério como presidente nestes últimos 15 anos, sendo que boa parte destes anos, atuou como dirigente de congregação no próprio campo. Este site esteve presente neste sábado 09 pp no congresso de varões, realizada pelo grupo de homens da igreja, denominado "Grupo de Varões Tabernáculo de Davi" foi extremamente lindo, dinâmico o evento é uma novidade que cada dia toma conta das igrejas da atualidades, a atuação dos homens cantando em grupos, e tendo seus espaços no tocante aos louvores, esta prática era mais reservada as crianças, aos corais misto de vozes, grupos grupo de jovens, senhoras, enfim. Perguntado ao pastor Daniel Rovani comemora: "Era vários irmãos na nave do templo, que cultuavam, e aí tive a brilhante ideia de colocá-los num grupo com esta missão, e deu certo" afirma Rovani. O grupo tem líderes, regentes, secretários, tesoureiros e tudo funciona numa perfeita harmonia entre os membros do grupo e apoio pastoral. 

NOVO TEMPLO DESAFIO NA PANDEMIA!

É outro lado da moeda que não poderia passar em branco, pois o que se vê é nítido a liderança compartilhada que o pastor Daniel vem fazendo no campo da ADM em Chapadão do sul, quem passa em frente a construção do novo templo, onde em breve será a sede permanente fica boquiaberto, diante da estrutura, uma realidade que pouco se vê até em obras federais. O novo templo está no respaldo indo para os acabamentos finais, terá capacidade para mil e quinhentas pessoas sentadas, tem  tem sua forma e nas arquiteturas modernas e detalhes muito requintados. O que mais chamou atenção é que membros  e obreiros abraçaram o desfio com nobreza, e no exato   momento em que o país atravessa a pandemia, que trouxe com ela uma  insegurança econômica, porém não faltou estratégia ao líder do campo da ADM, pastor Daniel que criou entre os grupos métodos de arrecadações por departamentos da igreja, dando-lhes valores e metas, com uma parceria tipo investimento com retorno, logo isso criou um campo de incentivos super disputados entre os grupos  que angariam de forma calorosa as contribuições feitas por promoções das mais diversas, algo muito interessante. 
O congresso dos varões encerrou com a mensagem com tema  "Que  ocupação é a tua? donde vens? qual é a tua terra? de que povo és tú? Jonas 1.8b, sugerido pela lideranças, Evangelista Alvanei e Cooperador Juniel, a igreja maciçamente participou do evento, ficando a cargo da mensagem oficial da noite o preletor pastor Daniel Mendes, terceiro secretário da COMADEMS e presidente do campo de Angélica.

POR: www.noolhodaaguia.com

Veja as algumas fotos do evento:

























ANGÉLICA: Edison Ferreira Cassuci, novo prefeito eleito


Neste dia 15 de Maio pp, a população de Angélica e distrito Ipezal foram as urnas para escolher o novo prefeito, desta vez em eleição suplementar, termo muito pouco conhecido entre os munícipes, porem não difícil de entender. Quando ocorre a eleição suplementar? " Todas as vezes que ouvimos falar em eleições suplementares municipais, vem sempre a pergunta sobre o motivo que ocasionou a realização de um novo pleito. De acordo com o § 3º do art. 224 do Código Eleitoral, as eleições suplementares podem ocorrer se houver decisão da Justiça Eleitoral de indeferimento do registro, cassação do registro ou diploma, ou, ainda, perda de mandato de candidato mais votado em pleito majoritário, independentemente do número de votos obtidos por ele". 
Hoje, 04 de será empossado o novo prefeito, Edison Ferreira Cassuci 42 anos engenheiro agrônomo, natural de Ivinhema MS, casado com Jéssica Valquíria Pezzarico, cirurgiã dentista com quem tem uma filha Natália de oito anos e segundo Edinho, como popularmente é conhecido, o casal esperam ansiosos pelo Felipe, Jéssica está grávida de seis meses. Para quem não conhece o município de Angélica à 260 km da capital, a região urbana está em uma planície, ou seja uma cidade aparentemente fácil de administrar, porém a arrecadação tem um valor médio de 5 milhões mês, só a folha de pagamento compromete 47%, ficando o restante para os demais compromissos que o executivo tem de distribuir. Angélica é carente de projetos habitacionais, apesar da demanda não ser tão alta, porém deve ser vista pelo novo mandatário com muita dedicação, a demanda de asfalto é grande, as avenidas segundo contam antigos moradores, tem os traços do grande nome da arquitetura, Oscar Niemeyer (história do povo) são amplas e extensas e na maioria duplas, citamos aqui que é o maior grito da população a Antônio Alves de Souza, importante avenida da cidade com quase 1500 metros, já com valores comtemplados pela caixa econômica federal, com prazo de conclusão estourado, empresa não atendeu a demanda da conclusão, avenida Francisco Marcolino que é portal de acesso de quem chega de Campo Grande, um sonho que até o momento tem sido objeto de especulação eleitoral do governo do estado, assim também a Mário Carrato avenida que recebe condutores vindo de Ivinhema, passando em frente ao único hospital, e ligando vários bairros finalizando nos bairros Cerejo e Mutum. O prefeito Edison irá contar com a parceria do seu vice prefeito Paulo Conconi, contabilista veterano na cidade, que a muito anos vem militando na política Angeliquense. Este site estará aqui para acompanhar como sempre todo histórico de crescimento e conquista administrativas. 

CERTIFICANDO FONTES: Agradeço ao ilustre e veterano professor Waldir Basílio que nos forneceu esta fonte com colaboração do meu amigo empresário Paulo Rodrigues.
Assim nasceu o plano diretor:  Em 1954, Jorge Wilheim se deparou com o primeiro desafio urbanístico: uma cidade nova, no meio de uma floresta entre Campo Grande e Dourados, no estado de Mato Grosso, com a finalidade de desenvolver a região. Assim nasceu Angélica, modelo em planejamento urbano, um início importante na carreira do jovem arquiteto e que significou também um salto qualitativo em conhecimentos e reflexões sobre a prática do urbanismo no Brasil. 
FONTE: http://www.jorgewilheim.com.br/

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BRASIL: A FOME DE PODER, E A DEMOCRACIA EM FRANGALHOS

 


A canção "Eu te amo meu Brasil " lançado em 1970 pelo grupo "Os incríveis" na época era governo militar, a música descreve várias belezas do país tupiniquim, com um ritmo marcado propositadamente de uma marchinha militar, que ficou super cantante e a parte que a maioria dos brasileiros da época cantaram era " eu te amo meu Brasil, eu te amo, meu coração é verde amarelo branco e azul marinho eu te amo" esse refrão era decorado por todos, crianças, velhos, namorados, desfiles, comemorações enfim.
Na década de 80 surge uma nova etapa para os brasileiros, desta vez o presidencialismo ganha as ruas, o povo tem sua primeira oportunidade de votar para presidente da república e agora qualquer cidadão em dia com os direitos civis, estando filiado a um partido pode ser o pretenso candidato a cadeira mais cobiçada do planalto, a presidencial. A lista dos primeiros candidatos foram enormes, muitos nomes dos bastidores antigos, como a velha ARENA, depois MDB, PDS, PFL e tantos outros que é até difícil de recordar, os nomes traziam suas marcas, seus jeitos, era Paulo Maluf, Tancredo Neves, Gabeira, Marronzinho, sinalizando ao gigante verde que seus filhos agora tem oportunidade, ledo engano. Vem a democracia, mais uma vez lanço mão dos saudosos sertanejo Duduca e Dalvan, que ecoaram nos palcos, rádios e televisões "Êta espinheira danada" e dessa vez o refrão é o seguinte " quando entrar o fulano sair o sicrano será bem melhor " será? não Duduca, não Dalvan, o mundo se acaba aqui, pois vocês e os incríveis talvez não cantariam essas canções nos shows e palcos da pátria amada, pois o verde da nossa bandeira, símbolo das nossas grandes florestas e da nossa magna esperança, já foi devorado pelo estrangeiro, leiloada por um partido que flertou com a esquerda e até hoje vive intenso relacionamento, o amarelo símbolo do ouro, nossa riqueza mineral, virou símbolo do desespero dos trabalhadores que hoje trabalham pelo almoço do amanhã, o azul que leva-nos a crer a cor da seriedade com o lembrete da faixa leve e esbranquiçada, dizendo: ordem e progresso, hoje é o retrato da parafernália dos embates no senado, STJ, STF, numa falta de sintonia, cada um em com seu próprio chicote sendo pai da mesma situação, jurisprudência?? leis?? constituição?? parece uma receita de bolo escrito por vários confeiteiros, cada um acrescenta conforme seu gosto. É Brasil!! seus filhos te decepcionaram....vamos chamar Tião Carreiro e Pardinho? Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta.




SERÁ: EVANGELHO COACHING É A SOLUÇÃO?


Quando analisamos os espectros bíblicos descritos na história, apreciamos caminhos  que foram percorridos por toda uma sociedade que veio antes de nós. Encontramos ao longo do percurso, personagens que apontam para praticas de sucesso, fracassos e de crescimento.

Entre poucos, há um que se destaca pelas características próprias de alguém que conquistou fama, dinheiro, status, respeito, mulheres e até mesmo reinos. No topo das celebridades dos aparentes bem sucedidos, encontramos nada menos do que o ilustre rei Salomão.

Homem cuja sabedoria era invejável. Um modelo  que foi apreciado pelos mais nobres em toda a Terra. Contudo, o filósofo de grandes provérbios afirma ao final de sua vida na leitura em Eclesiastes  que tudo debaixo do sol é vaidade.

Era como se uma sórdida melancolia se levantasse diante de seus olhos e apequenasse as motivações do império que por ele foi construindo. Mas o que o sábio Salomão tem a ver com as desilusões similares e amplamente percebidas na sociedade do século XXI?

Talvez a resposta se concentre na simplicidade e não na percepção do que se vê. O sentido de plenitude aplicado às conquistas e superações externas só terão resultados  reais  se a máxima não for  ter, mas  ser.

A busca por respostas  sem que antes as perguntas corretas sejam feitas causam anomalias na sociedade que deixou de olhar, sentir e perceber.

A fragilidade humana de se deixar influenciar  pela a aparente imagem de uma vida perfeita que as redes sociais apresentam, cria um exército cada vez maior de pessoas carente de afeto, equilíbrio emocional  e que gerenciam mal as emoções.

Em meio ao mar de desencontros internos, cresce o número de vítimas. Dados da  Organização Mundial da Saúde estimam que mais de trezentos milhões de pessoas sofram com depressão em todo o mundo. Entre os países da América Latina, o Brasil é o que apresenta maior número de casos.

 O número de doentes pelo mundo ultrapassam médias nunca antes vistas na história. Nas igrejas o cenário não é diferente. O percentual de cristão atingidos com o mal do século por certo é muito maior do que os que foram contaminados pela covid-19.

Além do que se vê, ainda estão os doentes mascarados. São eles homens e mulheres que trilham por caminhos do esgotamento emocional recheado de monturos, decepções e frustrações. As aparências sufocam e aprisionam àqueles que por certo deveriam buscar por ajuda.

Mas, e o evangelho coaching ajuda? Depende. As ferramentas apresentadas como mecanismo para superação, satisfação e sucesso depende da  visão clara de busca e não da oferta. Contudo, nenhum instrumento de autoconhecimento será suficiente, se o homem que se perdeu do Criador não se reencontrar.

Façamos uma análise sobre o que o erudito apostolo Paulo disse  em Gálatas 1.8 "Mas, ainda que nós mesmo ou um anjo do céu vos anunciar outro evangelho além do que já vos tenho anunciado seja anátema"

POR: Eliene Smith


 

OPINIÃO - "E AGORA, JOSÉ?” QUEM VAI PULAR O CORONAFOLIA?

Seria cômico se não fosse trágico. Na linguagem popular há quem diga: "Pois é meu irmão, será que estamos livre da covid-19?" Para os hipócritas do "fique em casa" parece que sim.

 Bastou a data carnavalesca se aproximar para que alguns governadores e prefeitos do Brasil hasteassem a bandeira branca em favor da maior festa popular do Brasil.

 Nas conversas dos céticos ecoam perguntas que não querem calar. E quanto ao uso de máscaras e aglomerações? Como fica a questão do distanciamento social? Será que acabaram com as restrições?

 Toleram a liberdade de ir e vir do cidadão,  fecharam igrejas, proibiram o trabalhador de levar o sustento para dentro de casa com o argumento de que era preciso diminuir a circulação para achatar a curva e evitar mais mortes.

 Mataram a tiros o soldado Wesley Soares do estado da Bahia com afirmativa de que ele surtou, quando na verdade ele gritava que não iria cumprir ordens ilegais e fechar o comércio de trabalhadores.

 Em nome da lei praticaram inúmeras atrocidades, mas bastou  a pressão do carnaval bater às portas para os que se dizem preocupados com a pandemia entoarem a marchinha "Ó abre alas que eu quero passar".

 A bondade vem acompanhada de um nome, Eleições 2022. É tanto cinismo, tamanha é a chacota com a cara do povo, que até enoja o cidadão de bem. Pouco importa se os parentes das vítimas fatais da doença no país ainda choram os 614.278 mortos.

 Infelizmente, a tensão agora é  a de que o cenário ocorrido no início de 2020  possa se repetir no Brasil. O vírus que começou na China, favorecido pelo festejo de carnaval no Brasil, não levou muito tempo para se alastrar em todo território brasileiro.

 Em 2021, em meio às notícias de que uma nova variante do coronavírus denominada Ômicron circula em muitos países, no gigante da América Latina, alguns de interesse dobre ainda fingem desconhecer os riscos. Só que não.

 O vírus não respeita tradições, não tira licença prévia como alguns senhores  pensam. O vírus não consulta passaporte sanitário e nem faz parcerias com lacradores. 

 Enquanto os parafusos seguem frouxos na cabeça de muitos governadores e prefeitos, do outro lado a corda bamba revela que o precipício é bem mais fundo.

 E agora, José? "A coisa tá feia, a coisa tá preta... Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta".

 POR: Eliene Smith




                                                                                                                                                                               


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