ELEIÇÕES 2026 - A IGNORÂNCIA VENCEU NAS URNAS.
6 técnicas para desenvolver a linguagem corporal e a persuasão
Da teoria à execução: aprenda a decifrar os sinais conscientes e inconscientes emitidos pelo corpo e pela mente, influenciando pessoas e aprimorando a linguagem corporal.
Sabemos que corpo e mente são, de fato, unidos, tanto em sentido biológico quanto mental.
Todos os pensamentos afetam o nosso corpo de um modo ou de outro e, observando as mudanças físicas que ocorrem em alguém, podemos ter uma boa ideia de como ela se sente, quais são as suas emoções e no que está pensando.
Por outro lado, além de todos os nossos pensamentos se refletirem no corpo, o oposto também ocorre.
Isso significa que qualquer coisa que aconteça com o nosso corpo afeta os nossos processos mentais.
Nesse contexto, a leitura de mentes consiste em compreender os processos mentais dos outros através da observação das suas características e reações físicas.
Algumas coisas a serem observadas são permanentes, como estatura e postura. Já outras mudam constantemente quando conversamos, como a linguagem corporal e o ritmo da fala.
Estas são denominadas comunicação “não verbal”, e representam mais de 90% de toda a mensagem.
Diante disso, pensando em orientá-lo a desenvolver a melhor comunicação possível, influenciar aqueles que o cercam e interpretar corretamente os sinais silenciosos que as pessoas ao redor revelam inconscientemente, selecionamos neste artigo 6 técnicas abordadas no livro “A Arte de Ler Mentes”.
De autoria do autor best-seller, Henrik Fexeus, que já vendeu mais de um milhão de exemplares ao redor do mundo, a obra explica didaticamente como funciona a ciência comportamental, relacionando a linguagem corporal à influencia e persuasão.
Quer saber mais? Então, vamos lá!
1. Empatia
Um dos motivos que explica por que desejamos saber o que alguém está pensando é o fato de que isto nos ajuda a criar empatia.
A palavra empatia significa “criar harmonia e relações amistosas”, e ao estabelecê-la, estamos gerando um relacionamento de confiança mútua, consentimento, cooperação e abertura às ideias do outro.
Logo, ela é o pilar de toda comunicação assertiva, e indica o posicionamento mental dos indivíduos, como entendem o mundo, o que estão pensando e como se sentem.
Cumpre salientar que a regra básica da empatia é adaptar-se a como os outros preferem se comunicar.
Ao adaptar-se a outra pessoa você se expressa como ela, assim fica mais fácil a comunicação. Se adaptando ao modo de comunicação do outro, você demonstra que é como ele, já que as suas expressões são semelhantes.
Após fortalecer a empatia, você pode assumir o comando e levar a pessoa a um estado mental positivo, alguém mais ajustado para entender claramente a sua mensagem ou as suas ideias, e o valor delas.
2. Postura Corporal
No que diz respeito ao uso da linguagem corporal para criar empatia, você deve simplesmente copiar a outra pessoa, refletindo o seu eco postural.
Faça um mapeamento comportamental, observe a postura da pessoa, o ângulo da cabeça, como ela mantém os braços, e depois faça o mesmo, sendo sutil e agindo gradualmente.
Existem dois modos diferentes para isso, chamados alinhamento e espelhamento.
No alinhamento, você move a parte correspondente do seu corpo quando a pessoa se move.
Por outro lado, no espelhamento, você move a parte oposta do seu corpo como se você fosse a imagem dela em um espelho.
Mas, como mascarar que está imitando alguém?
Atrasando os seus movimentos, ou imitando as expressões faciais de um indivíduo, já que ele não pode ver o próprio rosto.
3. Voz
Há ainda outra ferramenta poderosa para estabelecer empatia: a voz.
Você adapta a própria voz ao jeito da outra pessoa. Ouça e veja como ela usa a tonalidade, timbres, melodia, ritmo, força e volume.
Preste atenção nas palavras que a pessoa usa com mais frequência, e depois comece a usá-las.
Mais uma vez, é claro que isso deve ocorrer gradualmente e com discrição.
Dessa maneira, você começa a falar a língua da pessoa, mostrando que é igual a ela, e será claramente entendido, já que vocês até usam as mesmas palavras ao falar.
4. Expressões Idiomáticas
Para que a linguagem corporal e o discurso estejam alinhados ao objetivo da sua mensagem, é necessário que você adapte a sua comunicação às expressões idiomáticas da pessoa com quem mantém o diálogo.
No entanto, fique atento à dificuldade de se ajustar a essas práticas linguísticas, pois são específicas a tendências, regiões e faixas etárias.
São elas:
- Gírias;
- Jargões;
- Experiências pessoais;
- Palavras de transe, ou palavras frequentemente usadas ao falar.
5. Respiração
Um método básico para consolidar a empatia eficaz é adaptar a sua respiração à de outra pessoa.
A respiração é visível de formas diferentes, dependendo de como se respira: com peso ou leveza, com o peito ou o diafragma.
Portanto, você deve observar o estômago, o peito, o movimento da sombra dos ombros e o pescoço da pessoa com quem mantém a comunicação.
Além disso, também deve estar atento à fala, isso porque não falamos enquanto inspiramos, e notando onde ocorre pausa na fala, você conseguirá perceber quando alguém está inspirando.
Neste sentido, ao respirar junto com a pessoa com quem está se comunicando, você estará entrando no mesmo ritmo e linguagem corporal dela, criando assim um vínculo mágico entre vocês.
6. Emoções
Muitas vezes permitimos que as emoções, conscientes ou inconscientes, controlem as nossas decisões e ações.
Henrik Fexeus destaca que os seres humanos sempre revelam as próprias emoções, mesmo que não queiram ou desejem ocultá-las.
Em vista disso, na perspectiva da linguagem corporal e persuasão, é de suma importância ser capaz de ver qual é o estado emocional da outra pessoa para entender como ela pensa, como prefere se comunicar e o que é importante ou desinteressante para ela.
Observando as expressões faciais, é possível perceber quando alguém está ficando irritado ou bravo, com medo ou hostil antes mesmo de a pessoa realmente se sentir assim.
Este é o nível máximo da leitura da mente, então deve se ter cuidado com o modo pelo qual você explora as informações obtidas.
Para isso, é relevante identificar e compreender as sete emoções básicas que todos nós exibimos do mesmo jeito.
Paul Ekman, famoso psicólogo e pesquisador americano, as definiu como:
- Surpresa: caracterizada pelo rosto “aberto”, sobrancelhas altas e curvadas, olhos arregalados e boca aberta;
- Tristeza: demonstrada a partir dos cantos da boca apontando para baixo, pálpebras inferiores elevadas e olhos baixos;
- Raiva: percebida através de pálpebras tensas, lábios comprimidos e sobrancelhas franzidas;
- Medo: expressado por meio de sobrancelhas erguidas e retas, olhos abertos e tensos, rugas na testa e lábios retraídos;
- Alegria: caracterizada pelo sorriso aberto e olhar um pouco mais apertado;
- Nojo: é percebido quando a pessoa expressa rugas no nariz e lábio superior levantado;
- Desprezo: demonstrado quando o canto da boca está comprimido e elevado e os olhos direcionados para baixo.
Ademais, quando alguém tenta não revelar as suas verdadeiras emoções, elas se manifestam em três classes principais de expressões faciais emocionais sutis, que indicam as suas pistas em busca do que ela está realmente sentindo.
São elas:
- Expressões suaves: usa todo o rosto, mas sem muita intensidade;
- Expressões parciais: somente usará uma ou duas das partes do rosto necessárias para uma expressão facial completa;
- Microexpressões: são expressões faciais lampejantes e rápidas, porém completas.
Ressaltamos que reconhecer essas mudanças sutis nos músculos faciais te revelará os vários estados emocionais em que alguém está entrando, e como isso altera o modo que ele vivencia o encontro entre vocês!
Concluindo
Os ensinamentos contidos neste artigo te ajudarão a identificar uma série diversificada de sinais na comunicação inconsciente e silenciosa.
Através deles, será possível adaptar-se ao modo da outra pessoa se comunicar, estabelecendo um bom relacionamento no momento certo.
Você também poderá usufruir desse relacionamento para conseguir uma mudança positiva no comportamento e nas atitudes dos outros.
Por esse motivo, sugerimos transformar toda essa teoria em prática, persistindo no conhecimento dessas técnicas para fazer a diferença em sua vida pessoal e profissional!
Fonte da matéria:
Este post foi produzido pela equipe do PocketBook4You, uma plataforma que oferece centenas de resumos de livros dos maiores autores e best-sellers da atualidade, e tem como principal missão levar conhecimento diversificado que se encaixa no dia a dia de cada um dos seus usuários, ao redor do Brasil e do mundo!
Câmara Municipal de Angélica, suscita a lei do dia do evangélico.
EDIFICAÇÃO - O que a Bíblia diz sobre a rebelião?
Rebelião é oposição à autoridade. A rebelião pode se tornar violenta, como em “uma rebelião armada eclodiu na cidade”, mas também pode permanecer sem expressão. A rebelião sempre começa no coração. A rebelião contra a autoridade de Deus foi o primeiro pecado da humanidade (Gênesis 3) e continua sendo a nossa ruína. Nossa natureza pecaminosa não quer se curvar à autoridade de outro, nem mesmo de Deus. Queremos ser nossos próprios patrões, e essa rebelião no coração humano é a raiz de todo pecado (Romanos 3:23).
A demonstração mais clara da rebelião e suas consequências na Bíblia encontra-se em 1 Samuel 15. O rei Saul, escolhido por Deus para liderar Israel, tornou-se orgulhoso. Ele achou que sabia melhor do que Deus o que Deus queria dele, então escolheu desobedecer a instrução direta de Deus (1 Samuel 15:3) e, ao invés, seguiu a sua própria ideia. Em vez de seguir a ordem de Deus de destruir todo o saque do acampamento inimigo, Saul ficou com o melhor do gado. E em vez de matar o perverso rei Agague como Deus havia ordenado, Saul o trouxe de volta como prisioneiro. Ambos os atos foram em rebelião contra as ordens de Deus, mas Saul ficou satisfeito com sua iniciativa e tentou justificar sua desobediência – afinal, os animais seriam sacrificados ao Senhor (versículo 15).
A rebelião contra a autoridade apropriada é um assunto sério aos olhos de Deus. O profeta Samuel confrontou o rei Saul com estas palavras: “Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (1 Samuel 15:22–23). A rebelião está ligada ao orgulho nesta passagem, e ambos os pecados são equiparados à feitiçaria e ao paganismo. Por causa da persistente rebelião de Saul contra Deus, ele perdeu o trono e sua dinastia real foi interrompida. Deus deu o reino a um menino pastor chamado Davi (1 Samuel 13:14).
A história de Israel é um ciclo de rebelião e restauração (Juízes 2:10–19; Isaías 59:13; Números 14:18). Quando Deus deu a Lei aos israelitas, Ele estava ensinando ao mundo que o universo tem uma cadeia de comando. O Deus que desceu sobre o Sinai em “trovões, e relâmpagos, e uma espessa nuvem sobre o monte, e mui forte clamor de trombeta” (Êxodo 19:16) está no comando. Os humanos podem ser a coroa da Sua criação (Hebreus 2:7), mas não somos os deuses dela. Embora tenhamos a liberdade de escolher obedecer ou não ao Senhor, a Sua Lei ainda prevalece. Quando nos rebelamos contra o Seu direito de ser o nosso Senhor, seguem-se as consequências, assim como aconteceu com Saulo (veja Romanos 6:23).
Dentro da civilização humana, Deus também estabeleceu uma cadeia de comando, e a rebelião contra a ordem ordenada por Deus é pecado. Romanos 13:1-7 nos instrui a nos submetermos às autoridades governamentais, desde que essas autoridades não exijam que desobedeçamos à autoridade de Deus (cf. Atos 5:29). A rebelião contra a autoridade justa leva à anarquia e à dissolução da sociedade. No lar, a cadeia de autoridade de Deus é que o marido deve ser o chefe da família. A responsabilidade do marido é liderar sua família na submissão a Cristo (Efésios 5:23). A esposa deve se submeter ao marido, e os filhos devem obedecer aos pais (Efésios 5:22; 6:1; Colossenses 3:18, 20). A rebelião contra a autoridade familiar também leva ao caos e à disfunção no lar.
Dentro da igreja, Deus também criou a ordem. Ele designou presbíteros para pastorear e vigiar a congregação (1 Timóteo 5:17; 1 Tessalonicenses 5:12; Hebreus 13:17). Embora presbíteros ou pastores nunca devam ter o controle absoluto sobre ninguém, eles devem ser honrados e obedecidos tanto quanto for saudável para a igreja e para o indivíduo. A rebelião dentro de uma igreja leva à divisão e contenda e à perda de eficácia no cumprimento da missão de Deus (1 Coríntios 3:3-6).
Todo coração humano tem a semente da rebelião germinando no fundo. Somos “lutadores de direitos” e, quando acreditamos que alguém não está respeitando nossos “direitos”, nós nos rebelamos. Aprender a apelar para a autoridade é uma maneira de evitar a rebelião e ainda encontrar uma solução para um problema. O pensamento criativo é outra maneira de canalizar nossa paixão pela mudança para caminhos produtivos. Oferecer soluções de maneira respeitosa convida nossas autoridades a considerar opções que podem não ter descoberto ainda sem nossa contribuição. O trato de Daniel com o oficial babilônico é um belo exemplo de respeito e de evitar a rebelião (Daniel 1:8-16). Embora a adesão à verdade muitas vezes exija desafiar as autoridades, a rebelião direta contra qualquer autoridade ordenada por Deus raramente é sancionada por Ele.
AGO - Assembleia Geral Ordinária da COMADEMS em Cassilândia, receptividade e comunhão
Nos dias 14,15,16 pp/novembro, a cidade e Cassilândia aqui no Mato Grosso do Sul, há 418 quilômetros da capital do estado, o templo sede da Assembleia de Deus, os três dias foram marcados de muitas alegrias, leveza nas plenárias, comunhão nos bastidores entre ministros, lideranças, presidentes, vindo de toda parte do Brasil, levando em conta que a COMADEMS, possui campos e ministros filiados em vários estados do país e exterior.
A ORGANIZAÇÃO
A Assembleia de Deus Missões - Belém em Cassilândia é presidida pelo pastor Cleriston Lima Silva e sua esposa Missionária Viviani de Góis Dias Silva, eles assumiram a igreja em abril de 2021, igreja que foi pastoreada por 25 anos pelo veterano pastor Celestino Geraldi Malavazzi, o mesmo foi jubilado em 2017 e entregou a presidência ao pastor Clodoaldo de Lima, em 2021 veio a falecer, a partir de então o casal jovem, dinâmico e de uma maturidade digna de louvor e respeito, assumiu o campo. Este site esteve nos três dias das plenárias e pode sentir como tudo foi organizado em detalhes que raramente se vê em convenções, quando se instala a mesa diretora nas cidades de interior. Os stands muito bem arrumados em local de fácil acesso, hotel da hospedagem da mesa e presidência, simples, porém muito aconchegante, visitamos as cozinheiras, homens e mulheres se dividiram em uma cozinha espaçosa, num humor contagiante em clima de muita festa. As refeições servidas a todos, foram excelentes. Perguntamos ao pastor Cleriston qual foi a sensação de ter recebido e realizado tamanha missão? ele pontua "a princípio parecia difícil, porém os membros engajaram e deram o seu melhor, esperamos ter atendido a contento, dado a magnitude do evento" conclui Cleriston.
AS PLENÁRIAS
É importante considerar que, em alguma cabeças sempre comenta-se que, entre os convencionais em suas plenárias, acontecem debates acalorados, discussões em tons ásperos, porém isso não aconteceu, aliás nunca, na gestão do presidente pastor João Martins, em exercício e atual presidente do campo da AD em Corumbá, o mesmo possui um equilíbrio de humor, senso de acessibilidade e sempre permite que o ministro em sua proposta ou questionamento, tenha o seu tempo preservado de expressar sem ter seu direito tolhido. Isso faz com que cada AGO, os filiados sintam-se em sua casa, afinal a convenção é dos ministros e igrejas afiliadas.
CONCLUSÃO
Os mensageiros que pregaram antes das plenárias, entre eles pastor Jocelem Adorno, vice-presidente da mesa e pastoreia o campo de Jardim - MS, foi explícito em sua fala sobre o dever da honradez que o ministro do evangelho deve ter, já o pastor Elias Longo atual presidente da ADM em Campo Grande, abordou o tema sobre o olhar do obreiro no mundo diversificado em seus comportamentos, separando a verdade e das falsas promessas. O pastor João Lucas, líder da UMADEMS (União da Mocidade das Assembleias de Deus do Estado de Mato Grosso do Sul) realizou no sábado a noite, um grande culto com jovens das cidades e áreas regionais, culto marcado de muita graça e unção, os jovens nitidamente tomados pelo poder de Deus em dados momentos dos louvores, eram impactados. Para finalizar e o caro leitor ficar com o coração cheio de expectativa, a próxima AGO ficou acordada em plenário por unanimidade, que acontecerá na linda e bonita cidade turística do MS, a majestosa Bonito, que é pastoreada pelo pastor Aguimar Cavalheiro e já sinalizou, "vai ser outra AGO com clima de festa e comunhão.
POR: www.noolhodaaguia.com
Redação:
Daniel Mendes - Jornalista independente
DRT - 0000592/95
EDIFICAÇÃO - Humilde, Puro, Sincero - Como lidar com pessoas perversas.
CAMPO GRANDE EM FOCO - Pastor Elias Longo, é o novo presidente da Assembleia de Deus Missões.
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Na segunda feira, 31/03 pp, foi apresentado aos membros da Assembleia de Deus Missões em Campo Grande, seu novo pastor, a saber o pastor...
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Um assunto pouco comentado, e que merece uma atenção especial, pois há uma rápida compreensão de que o cristão no desenvolver da sua ...
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Amigos, este é o Inácio, é uma matéria breve que momentaneamente quero apresentar este ilustre cidadão, que tem uma longa e linda his...



