Por que o socialismo sempre irá fracassar

O socialismo e o capitalismo oferecem soluções radicalmente diferentes para o problema da escassez: já que é impossível que todos tenham, imediatamente e ao mesmo tempo, tudo aquilo que querem, como então podemos decidir de modo eficaz quem irá controlar os recursos que temos?
A solução que for escolhida trará profundas implicações.  Ela pode significar a diferença entre prosperidade e empobrecimento, trocas voluntárias e coerção política, liberdade e totalitarismo.
O sistema capitalista soluciona o problema da escassez ao reconhecer o direito à propriedade privada honestamente adquirida.  O primeiro a utilizar um determinado bem torna-se o seu proprietário.  Outros podem adquiri-lo por meio de trocas e contratos voluntários.  Mas até que o dono da propriedade decida fazer um contrato para comercializar sua propriedade, ele pode fazer o que quiser com ela - desde que ele não interfira na propriedade alheia, danificando-a fisicamente.
O sistema socialista tenta solucionar o problema da propriedade de uma maneira completamente diferente.  Assim como no capitalismo, as pessoas podem ser donas de bens de consumo.  Mas no socialismo, diferentemente do capitalismo, as propriedades que servem como meios de produção são coletivizadas, não possuindo proprietários.  Nenhuma pessoa pode ser dona das máquinas e dos outros recursos utilizados na produção de bens de consumo.  É a humanidade, por assim dizer, a dona desses recursos. 
Apenas um tipo de pessoa pode comandar os meios de produção: os "zeladores" do sistema, aqueles que controlam todo o arranjo socialista.
As leis econômicas garantem que a socialização dos meios de produção sempre irá gerar efeitos econômicos e sociológicos perniciosos.  Qualquer experimento socialista sempre acabará em fracasso, por cinco motivos.
Primeiro, o socialismo resulta em menos investimentos, menos poupança e um padrão de vida menor.  Quando o socialismo é inicialmente imposto, a propriedade precisa ser redistribuída.  Os meios de produção são confiscados dos atuais usuários e produtores, e entregues à comunidade de "zeladores".  Mesmo que os proprietários e usuários tenham adquirido os meios de produção via consentimento voluntário dos usuários anteriores, os meios serão transferidos a pessoas que, na melhor das hipóteses, tornar-se-ão usuárias e produtoras de coisas que elas não possuíam anteriormente.
Sob esse sistema, os proprietários e usuários anteriores são penalizados em prol dos novos donos.  Os não-usuários, não-produtores e não-contratantes dos meios de produção são favorecidos ao serem promovidos à posição de zeladores de propriedades que eles não utilizaram, não produziram ou não alugaram para usar.  Assim, a renda dos não-usuários, não-produtores e não-contratantes aumenta.  O mesmo é válido para o não-poupador que se beneficiou à custa do poupador cuja propriedade poupada foi confiscada.
Torna-se claro, portanto, que, se o socialismo favorece o não-usuário, o não-produtor, o não-contratante e o não-poupador, ele necessariamente eleva os custos sobre os usuários, os produtores, os contratantes e os poupadores.  É fácil entender por que haverá menos pessoas exercendo essas últimas funções.  Haverá menos apropriações originais dos recursos naturais, menos produção de novos fatores de produção e menos contratantes.  Haverá menos preparação para o futuro porque todos os investimentos secarão.  Haverá menos poupança e mais consumo, menos trabalho e mais lazer.
Isso significa menos bens de consumo disponíveis para trocas, o que leva a uma redução do padrão de vida de todos.  Se as pessoas estiverem dispostas a se arriscar para obtê-los, elas terão de ir para o mercado negro e para a economia informal, onde poderão tentar contrabalançar essas perdas.
Segundo, o socialismo resulta em escassez, ineficiências e desperdícios assombrosos.  Essa foi a grande constatação de Ludwig von Mises, que ainda em 1920 já havia descoberto que o cálculo econômico racional é impossível sob o socialismo.  Ele mostrou que, em um sistema coletivista, os bens de capital serão, na melhor das hipóteses, utilizados na produção de bens de segunda categoria; na pior, na produção de coisas que não satisfazem absolutamente nenhuma necessidade.
A constatação de Mises é simples, porém extremamente importante: como no socialismo os meios de produção não podem ser vendidos, não existem preços de mercado para eles.  Assim, seu "zelador" não pode determinar os custos monetários envolvidos na fabricação ou na modificação das etapas dos processos de produção.  Tampouco pode ele comparar esses custos à receita monetária das vendas.  E como ele não tem a permissão de aceitar ofertas de outros empreendedores que queiram utilizar seus meios de produção, ele não tem como saber quais as oportunidades que está perdendo.  E sem conhecer as oportunidades que está perdendo, ele não tem como saber seus custos.  Ele não tem nem como saber se a maneira como ele está produzindo é eficiente ou ineficiente, desejada ou indesejada, racional ou irracional.  Ele não tem como saber se está satisfazendo as necessidades mais urgentes ou os caprichos mais efêmeros dos consumidores.
Ou seja, a propriedade comunal dos meios de produção (por exemplo, das fábricas) impede a existência de mercados para bens de capital (por exemplo, máquinas).  Se não há propriedade privada sobre os meios de produção, não há um genuíno mercado entre eles.  Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos.  Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços.  E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica — o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada. 
Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens da capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível. 
No capitalismo, o livre mercado e o sistema de preços fornecem essa informação ao produtor. A propriedade privada sobre o capital e a liberdade de trocas resultam na formação de preços (bem como salários e juros), os quais refletem as preferências dos consumidores e permitem que o capital seja direcionado para as aplicações mais urgentes, ao mesmo tempo em que o julgamento empreendedorial tem de lidar constantemente com as contínuas mudanças nos desejos dos consumidores. 
Já no socialismo, não há preços para os bens de capital e não há oportunidades de trocas voluntárias.  O "zelador" fica à deriva e no escuro.  E como ele não conhece a situação de sua atual estratégia de produção, ele não sabe como melhorá-la.  Quanto menos os produtores podem calcular e fazer aprimoramentos, maior a probabilidade de desperdícios e escassezes.  Em uma economia na qual o mercado consumidor para seus produtos é muito grande, o dilema do produtor é ainda pior. 
Desnecessário dizer que, quando não há um cálculo econômico racional, a sociedade irá afundar em um empobrecimento progressivamente deteriorante. Qualquer passo rumo ao socialismo é um passo rumo à irracionalidade econômica.
Terceiro, o socialismo resulta na utilização excessiva dos fatores de produção — até o ponto em que eles se tornam completamente dilapidados e vandalizados.  Um proprietário particular em um regime capitalista tem o direito de vender seu fator de produção no momento em que ele quiser, e manter para si as receitas da venda.  Sendo assim, é do seu total interesse evitar perdas no valor de seu capital.  Como ele é o dono, seu objetivo é maximizar o valor do fator responsável pela produção dos bens e serviços por ele vendidos.
A situação do "zelador" socialista é inteiramente diferente.  Como ele não pode vender seu fator de produção, ele tem pouco ou nenhum incentivo para fazer com que seu capital retenha valor.  Seu estímulo, ao contrário, será aumentar a produção sem qualquer consideração para com as consequências disso sobre o valor de seu fator de produção — o qual, por causa do uso constante e desmedido, só irá cair. 
Há também a hipótese de que, caso o zelador vislumbre uma oportunidade de utilizar seus meios de produção em benefício privado — como produzir bens para serem vendidos no mercado negro —, ele terá o incentivo de aumentar a produção à custa do valor do capital, consumindo completamente o maquinário.  Afinal, ele não tem nada a perder e tudo a ganhar.
Não importa como você veja: quando não há propriedade privada e livre mercado — ou seja, quando há socialismo —, os produtores estarão propensos a consumir o capital até sua completa inutilização.  O consumo de capital leva ao empobrecimento.
Quarto, o socialismo leva à redução da qualidade dos bens e serviços disponíveis ao consumidor.  Sob o capitalismo, um empresário pode preservar e expandir sua empresa apenas se ele for capaz de recuperar seus custos de produção.  E como a demanda pelos produtos de sua empresa depende da avaliação que os consumidores fazem do preço e da qualidade (sendo o preço um critério de qualidade), a qualidade dos produtos tem de ser uma preocupação constante para os produtores.  Isso só é possível se houver propriedade privada e trocas voluntárias de mercado.
Sob o socialismo, as coisas são diferentes.  Não apenas os meios de produção são coletivamente geridos, como também é coletiva a renda obtida com a venda de toda a produção.  Isso é outra maneira de dizer que a renda do produtor tem pouca ou nenhuma conexão com a avaliação que os consumidores fazem do seu trabalho.  Todos os produtores, obviamente, sabem desse fato.
Assim, o produtor não tem motivos para fazer um esforço especial para melhorar a qualidade do seu produto.  Em vez disso, ele irá dedicar menos tempo e esforço para produzir o que os consumidores querem e gastar mais tempo fazendo o que ele quer.  O socialismo é um sistema que incentiva os produtores a serem preguiçosos.
Quinto, o socialismo leva à politização da sociedade.  Dificilmente pode existir algo pior para a produção de riqueza.
O socialismo, pelo menos em sua versão marxista, diz que seu objetivo é a completa igualdade.  Os marxistas observam que, uma vez permitida a propriedade privada dos meios de produção, está permitida a criação de diferenças sociais.  Se eu sou o proprietário do recurso A, isso implica que você não é — logo, nossa relação com o recurso A torna-se diferente e desigual. 
Ao abolir de uma só vez a propriedade privada dos meios de produção, dizem os marxistas, todos passarão a ser co-proprietários de tudo.  E isso seria o mais justo, pois estaria refletindo a igualdade de todos como seres humanos.
A realidade, porém, é muito diferente.  Declarar que todos são co-proprietários de tudo irá solucionar apenas nominalmente as diferenças de posse.  Mas não irá resolver o real e fundamental problema remanescente: ainda existirão diferenças no poder de controlar o que será feito com os recursos.
No capitalismo, a pessoa que é dona de um recurso pode também controlar o que será feito com ele.  Em uma economia socializada, isso não se aplica, pois não mais existem proprietários.  Não obstante, o problema do controle continua.  Quem irá decidir o que deve ser feito com o quê?  No socialismo, só há uma maneira: as pessoas resolvem suas desavenças a respeito do controle da propriedade sobrepondo uma vontade à outra.  Enquanto existirem diferenças, as pessoas irão resolvê-las por meios políticos.
Se as pessoas quiserem melhorar sua renda sob o socialismo, elas terão de ascender a posições mais valorizadas dentro da hierarquia dos "zeladores".  Isso requer talento político.  Sob tal sistema, as pessoas terão de despender menos tempo e esforço desenvolvendo suas habilidades produtivas e mais tempo e esforço aprimorando seus talentos políticos. 
À medida que as pessoas vão abandonando seus papeis de produtoras e usuárias de recursos, percebe-se que suas personalidades vão se alterando.  Elas deixam de cultivar a capacidade de antecipar situações de escassez, de aproveitar oportunidades produtivas, de estar alerta a possibilidades tecnológicas, de antecipar mudanças na demanda do consumidor e de desenvolver estratégias de marketing.  Elas perdem a capacidade da iniciativa, do trabalho e da resposta aos anseios de terceiros.
Nesse cenário, as pessoas passam a desenvolver a habilidade de mobilizar apoio público em favor de suas próprias posições e opiniões, utilizando-se de artifícios como demagogia, poder de persuasão retórica, promessas, esmolas e ameaças.  Sob o socialismo, as pessoas que ascendem ao topo são diferentes das que o fazem sob o capitalismo.  Quanto mais alto você olhar para uma hierarquia socialista, mais você encontrará pessoas excessivamente incompetentes para fazer o trabalho que supostamente deveriam fazer.  Não é nenhum obstáculo para a carreira de um político-zelador ser imbecil, indolente, ineficiente e negligente.  Só é necessário que ele tenha boas habilidades políticas. 
Isso é uma receita cera para o empobrecimento de qualquer sociedade.
FONTE: https://www.mises.org.br/

A marca do ódio na barriga de um presidente

 É de deixar qualquer seu humano de queixo caído quando olhar para uma foto como esta e ver um cidadão com toda sua dignidade, lutar por um país como o Brasil que aos longos dos 16 anos vinha sendo vendido de maneira fracionada aos mulambos das esquerdas da America latina, uma verdadeira gambiarra nos métodos maquiavélicos e endiabrados, uma saga de ganância de poder e vender o Brasil república para manter seus compromissos nefastos a tão imunda política socialista que graças ao povo ordeiro e conservador de bons costumes, jogou por terra a trama maléfica que hoje se arrasta para sobreviver e ganhar holofotes para ser vista. Bolsonaro não é nenhum Deus, nem salvador da pátria, porém é um brasileiro como todos aqueles de bom senso, que emplacou sua candidatura e para marcar sua história de garra e determinação, um fanático soldado da esquerda que supostamente agia isolado, lhe crava uma faca no intestino, quase levando a morte, porém o Brasil é um país de fé, o lado do bem venceu, o brasileiro esfaqueado sobreviveu ao corte da faca de aço, que certamente deve ter sido preparada no veneno para deixar dor e morte, porém dessa vez, a coragem venceu a covardia e canalhice. O Brasil tem um presidente que tem um sinal na barriga, que nem sempre passa despercebidos nos banhos de piscinas, praias pois é uma cicatriz profunda, e nisso será conhecido na memória da humanidade, todo poder emana do povo, quando o povo quer, a morte é interceptada e os calhordas ficam boquiabertos. A voz do povo é a vós de Deus.

Por www.noolhodaaguia.com








  

Como é morar em Hong Kong?

“E aí, como é morar em Hong Kong?” Pergunta frequente desde que vim morar aqui, talvez por ser um lugar menos usual para uma brasileira viver. Apesar de acreditar que o que faz a gente gostar ou não de um lugar é relativo e depende muito das experiências pessoais, compartilho alguns aspectos objetivos da vida aqui, organizados em vantagens e desvantagens.
Não incluo os fatores que podem existir quando se mora em qualquer lugar como saudades e perder eventos marcantes na vida da família e amigos. Foco somente nas características específicas de Hong Kong.
Vantagens:
Segurança:
Hong Kong é uma das cidades mais seguras do mundo. Há alguns cartazes no centrão, dizendo para tomar cuidado com furtos, mas nunca conheci alguém que tenha sido roubado, muito menos assaltado. Não se houve falar nesse tipo de crime. As pessoas são tão relaxadas que andam na rua olhando no celular, colocam o telefone no bolso de trás da calça (que algumas vezes cai e as pessoas correm para avisar o dono) e deixam bolsas sozinhas enquanto vão resolver algo rápido, como fazer o pedido numa praça de alimentação.
Mulheres andam sozinhas à noite em ruas desertas sem preocupação e nem olham para trás quando escutam passos se aproximando. Eu já deixei uma echarpe numa lanchonete e quando voltei a tinham entregue no caixa. Meu esposo perdeu 3 vezes o guarda-chuva, inclusive voltando dias depois e sempre o encontrou.
Hong Kong é infinitamente mais segura que Europa e Estados Unidos. Essa segurança impacta profundamente a qualidade de vida.
Transporte público:
Um bom sistema de transporte público também impacta positivamente a qualidade de vida. Há plataformas elevadas e cobertas interligando edifícios e escadas rolante nas ladeiras. O metrô é frequente, eficiente e cobre grande parte da cidade- e estão sendo feitas várias extensões. O sistema cross-platform está presente na maioria das estações com mais de uma linha e agiliza a troca: basta dar alguns passos atravessando a plataforma para pegar a outra linha. Outra vantagem é o cartão Octopus 1 , que é usado não só para transporte, mas pode-se comprar praticamente tudo pela cidade e evita o uso de moedas e a famosa falta de troco. Leia mais aqui.
Bens baratos:
Hong Kong está na China e isso significa que vários bens são fabricados aqui, o que os torna muito mais baratos que no Brasil ou Europa, principalmente eletrônicos. As taxas de importação também são baixas e alguns produtos, como livros, são isentos. Não bastasse isso, temos um equivalente da amazon.com: o taobao.com. Os produtos são ridiculamente baratos, mas o site está só em chinês e para usá-lo conto com a ajuda de amigos locais.
Internet:
A internet é rápida (o mínimo de velocidade para contratar internet em casa é de 300 mps), barata e existe em praticamente todo lugar. Inclusive em cada estação de metrô, há um lugar específico em que se tem wifi grátis por 15 minutos. É possível pagar um pacote mensal para ter acesso a milhares de pontos wifi espalhados por Hong Kong. Os smartphones possuem 4G, uma velocidade que faz com que seja cena comum ver alguém no metrô falando por Skype.
Comunidade de Expatriados:
Hong Kong é cosmopolita: há gente do mundo todo morando aqui. Por questões históricas, a maioria é inglesa e há muitos europeus e vizinhos asiáticos. As empresas financeiras e as escolas internacionais atraem muitos trabalhadores estrangeiros. Latino-americanos são mais raros e somos cerca de 300 brasileiros.
Há sites e grupos de expatriados, pelos quais se pode conhecer gente e fazer perguntas que ajudem na adaptação e facilitam o dia a dia, como: “onde eu acho tal ingrediente? Quem indica um pediatra que fale francês?” Dá para fazer contato com gente do mundo inteiro e minimizar as saudades de casa.
Vida cultural:
Hong Kong tem uma diversidade de paisagens que vai muito além dos famosos arranha-céus. 60% do seu território são natureza (montanhas e parques), onde não é possível construir. Se contar as inúmeras praias e centenas de trilhas, pode-se levar anos para explorar tudo. É uma cidade bonita para quem gosta de montanha e para quem gosta de mar, pois tem as duas coisas. Além da natureza, a vida cultural inclui diversos museus (cuja entrada é barata e todos têm um dia de graça) e vida noturna para todos os gostos.
Impostos:
Hong Kong tem um sistema fiscal que está entre os mais favoráveis do mundo. O imposto sobre pessoa física, o nosso imposto de renda, é bem baixo comparado com diversos países: de 2 a 17%, dependendo do salário. Essa é umas das razões pelas quais a cidade atrai tantos estrangeiros.
Desvantagens:
Custo de vida:
Se eu tiver que escolher uma só desvantagem, escolho o custo de vida. Hong Kong está entre as 5 cidades mais caras do mundo para se viver. Isso se dá principalmente por causa do custo da moradia.
Moradia:
A falta de espaço para se construir faz com os preços de aluguel e compra de imóveis sejam absurdamente altos até para espaços ridiculamente pequenos. O preço médio de aluguel de um apartamento de 3 quartos é de 18 mil reais por mês. Na prática, mesmo um apartamento menor, de 1 ou 2 quartos, em um lugar mais central, não fica por menos da metade disso. Eu digo que aqui você só pode escolher 2 entre 3 alternativas: apartamento bom, boa localização ou preço razoável.
Comunicação:
Apesar do inglês ser língua oficial, por conta da colonização britânica, nem todos falam a língua de Shakespeare. As placas e toda comunicação oficial estão em chinês e inglês, o que facilita. No entanto, no dia a dia, comunicar-se pode ser um problema. Por exemplo, nem todos os restaurantes têm alguém que fale inglês ou possuem menus nesse idioma, principalmente os mais baratos. Isso faz com que os estrangeiros acabem indo aos restaurantes mais caros, onde podem entender o que vão comer.
Comida:
Esse aspecto é mais relativo, mas eu não consegui me acostumar com a comida daqui. Mesmo para quem gosta de comida chinesa, não tem nada a ver com a comida chinesa que conhecemos no Brasil. A textura, o cheiro, os ingredientes… tudo diferente e estranho. Além disso, eles não especificam todos os ingredientes de um prato. Uma vez pedi um arroz com vegetais e quando chegou era arroz com cogumelos, sem verduras.
Clima:
Outro fator também relativo é o clima. Para mim, o verão aqui é quase insuportável. Não só pelas altas temperaturas, mas também devido à umidade relativa do ar, que fica em 100% quase o tempo todo. Andar na rua é como estar dentro de uma sauna. Você sai de casa e automaticamente começa a suar. Para compensar, todos os lugares têm ar condicionado forte. Isso não é ruim só para aqueles que não gostam de ar condicionado (como eu que sempre carrego uma blusa para usar dentro do metrô): o choque térmico constante faz com que muita gente se resfrie em pleno verão.
Portanto, se você estiver pensando em vir trabalhar em Hong Kong, certifique-se que a empresa pague seu aluguel ou que o salário é alto o suficiente para cobrir as despesas (não compare com o Brasil).
Caso sim, venha e aproveite a boa qualidade de vida!









Existe pessoas ruins??

Ser uma pessoa má, ruim, que sempre está de mal humor, nunca está feliz, sempre destilando seu pontos de vistas de maneiras amargas, cheio de rancor, aí vem a pergunta que muitos querem saber; porque isso? qual a origem desse comportamento? isto está ligado ao prazer da pessoas ou é uma ação de defesa para sobreviver ou esconder uma frustração do ser humano em sí?. Vamos levar esse assunto a luz das escrituras e tentar ajudar aqueles que vivem isolados por entenderem que seus modus agressivos podem prejudicar a outrem.
Vejamos o que disse Jesus: " Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? Mateus 7:11.
Observe que o mestre explica comportamento aos seus discípulos e acentua sobre a prática da maldade, porém Ele deixa claro que nalgum momento, praticamos bondade versos nossos interesses, isto é, em se tratando de pessoas ligadas a nós, veja o que Ele diz: " ... sabeis dar boas coisas aos vosso filhos" então, quando pensamos naquilo que tenho um forte elo, logo aplica-se a virtude bondade porque não queremos a ruptura pra evitar a solidão. Leiamos uma matéria importante sobre o assunto tratado aqui, do site https://www.gotquestions.org/

Resposta: Todos conhecemos pessoas que consideramos “difíceis” de uma forma ou de outra, e todos somos chamados a lidar com pessoas difíceis em algum momento ou outro. Uma pessoa difícil pode ser alguém condescendente, argumentativo, beligerante, egoísta, irreverente, obtuso ou simplesmente rude. Pessoas difíceis parecem saber como nos irritar, nos frustrar, ferir nossos sentimentos e provocar problemas. Lidar com pessoas difíceis torna-se um exercício de paciência, amor e graça.

Nossa resposta a pessoas difíceis deve modelar os exemplos fornecidos por Jesus, pois Ele certamente lidou com muitas pessoas difíceis durante Seu tempo aqui na terra. Em suas interações com pessoas difíceis, Jesus nunca demonstrou uma atitude de superioridade ou orgulho desdenhoso; antes, Ele mostrou autoridade sob controle. Ele usou repreensão quando necessário (João 8:47), mas também lidou com pessoas difíceis permanecendo em silêncio (João 8:6), fazendo perguntas (Marcos 11:28-29), apontando-as para as Escrituras (Marcos 10:2– 3) e contando uma história (Lucas 7:40–42).

No Sermão da Montanha, Jesus foi bastante específico ao lidar com pessoas difíceis com amor e humildade: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lucas 6:27–31). Primeiro Pedro 3:9 diz: “não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança.”

Ao lidar com pessoas difíceis, devemos nos precaver contra o orgulho. É importante recordar a admoestação dada pelo apóstolo Paulo em Romanos 12:3: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (ver também Filipenses 2:3–4). Então, quando tivermos que lidar com uma pessoa difícil, devemos nos aproximar da situação com mansidão. O amor também é fundamental: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas 5:14). Devemos mostrar o amor de Deus a todos, inclusive a pessoas difíceis.

O livro de Provérbios fornece muita sabedoria ao lidar com pessoas difíceis. Provérbios 12:16 promove a paciência em nossos relacionamentos: “A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta.” Provérbios 20:3 elogia a pacificação: “Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas.” Provérbios 10:12 encoraja o amor: “O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.” Provérbios 17:14 valoriza a prevenção e deferência: “Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas.” Se possível, seria melhor totalmente evitar a situação através da cuidadosa escolha de com quem nos associamos: “Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico” (Provérbios 22:24).

Lidar com pessoas difíceis é inevitável. Quando lidamos com pessoas assim, é fácil responder de forma carnal. Entretanto, isso só traz o pior de nós. Quanto melhor seria permitir que nossos tratos com pessoas difíceis demonstrassem o fruto do Espírito em nós (Gálatas 5:22-23)! Pela graça de Deus, possamos lidar com pessoas difíceis em amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e – para completar – domínio próprio. Além disso, que nós tenhamos o cuidado de não nos tornarmos as “pessoas difíceis” com as quais os outros têm que lidar!
Esperamos poder ter ajudado com esta matéria.







CINPEA- Conselho de Pastores de Angélica - Nota de esclarecimento

O CINPEA - Conselho Interdenominacional de pastores Evangélicos de Angélica, vem a público manifestar esclarecimentos informando que o CINPEA é composto por 12 pastores e 2 pastoras, ou seja é representado por 14 igrejas de denominações diferentes, e queremos deixar aqui registrado que todos os membros do conselho reúnem mensalmente para tratar assuntos inerentes ao crescimento e expansão das denominações dentro do município. Tratamos também neste ano em três árduas reuniões a questão da pandemia COVID-19, com muito critérios, o conselho seguiu a cartilha da secretaria de saúde do município, com todas as exigências para aberturas dos templos com seus horários restringidos e adequações no ambiente de culto, mantendo o espaçamento de 1,5 mts. entre pessoas segundo a OMS propôs. Vale ressaltar que estas 14 denominações elas receberam visitas dos fiscais de sanitários, polícia militar em ronda preventiva, e nenhum destes pastores que compõe o conselho abona qualquer conduta ou postura anti-ética no que diz respeito a presença dos fiscais, estes membros, possuem um padrão de ética e seguem a risca o respeito a legalidade de cada situação existente dentro do município, caso alguém usou de desrespeito ou desacato, e pertence ao cunho evangélico, tal pessoas não representa nosso conselho, não trás nossa doutrina e muito menos nosso princípio fundamentado em Romanos 13. 1 "Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. Portanto fica aqui nossa nota de repúdio por atitudes agressivas usando nome de Deus, uma vez que tais comportamentos não é conduta moral e ético deste conselho.
Segue aqui um trecho do nosso código de ética pastoral, na parte que se refere a tal situação.

DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM A SOCIEDADE E A POLÍTICA Art. 25

 - Em relação à sociedade o Pastor deve: I - ser prudente ao relacionar-se com as pessoas, principalmente no que diz respeito a questões sexuais e afetivas (1 Timóteo 5.1,2); II - ser partícipe da vida da comunidade em que a Igreja estiver localizada, identificando-se, quando possível, com sua causa e, da mesma forma, solidarizando-se com os anseios de seus moradores, procurando apoiá-los quanto possível nos esforços para satisfação deles; III - imprimir em sua comunidade, mediante o exemplo de vida, o espírito de altruísmo e participação; IV - procurar conhecer as autoridades de sua comunidade, honrando-as e incentivando-as no desempenho de sua missão (Romanos 13.1-7); V - agir dentro do espírito cristão, sem discriminar qualquer pessoa, quando estiver presente às comemorações e celebrações cívicas que ocorrem na sua comunidade; VI - praticar a cidadania cristã responsável, caso venha engajar-se em partidos políticos ou atividades políticas que sejam éticas, bíblicas ou prudentes; VII - dar apoio à moralidade pública na comunidade, por meio de testemunho profético responsável e de ação social; VIII - aceitar responsabilidades a serviço da comunidade, compatíveis com os ideais bíblicos, reconhecendo que o pastor também tem um ministério público; IX - considerar como sua responsabilidade principal ser pastor da Igreja e não negligenciar deveres pastorais para servir na comunidade; X - ser obediente às leis do Estado, desde que elas não exijam sua desobediência à lei de Deus; XI - abster-se do comprometimento com organizações cujos princípios e atividades sejam conflitantes com o Evangelho de Cristo.

Pastor: Cristovam Santana
    Presidente Interino do CINPEA
Pastor: Daniel Mendes
      Presidente Licenciado
                                                         









Thammy Miranda entrou na brecha dos "pais"

A rede social virou verdadeiro azorrague nas mãos da insensatez neste dois dias de julho já entrando no limiar dos mês de agosto, quando terá a data comemorativa do dia dos pais. A distribuidora de produtos do ramo cosméticos e perfumes, em seu site de vendas publicou uma imagem do ator Thamy Miranda que por opção é transexual, e a convite a aceita o convite para pousar apresentando uma marca de perfumes e o que mais deixa intrigado os internautas conservadores ao extremo é que "ele" personifica a imagem de "pai" e na foto ele dispara sorrisos com o brilho nos olhos azuis com tons esverdeados, foi só cair na rede, lá veio uma saraivada de comentários de toda natureza.
A proposta deste site, diante de tantas críticas e julgamento, temos também nossa opinião, porém devemos acima de qualquer juízo, saber de primeira mão que, todas as decisões de quem quer que seja, logo deve ser passiva de ser concordada ou não, é tanto que a natura emitiu uma nota veja"“A Natura celebra todas as maneiras de ser homem, livre de estereótipos e preconceitos, e acredita que essa masculinidade, quando encontra a paternidade, transforma relações”, complementa.
E, especificamente sobre a campanha do Dia dos Pais da Natura, que levou aos ataques transfóbicos a Tammy Miranda, a empresa frisa que essa publicidade “mergulha na rotina desafiadora que todos estão vivendo durante a quarentena e mostra como esse intenso convívio pode fortalecer a relação entre pais e filhos, mostrando que a presença paterna é o maior presente”. Conclui natura. 
É natural que a sociedade conservadora não consegue ver isso como apenas um método de marketing em outras palavras uma jogada de merchan usada pela empresa de cosméticos uma vez que outras marcas vem se despontando no mercado. Mas e aí, Thammy é o não é  pai?.... li comentários de mulheres que escreveram em tons acalorados que foram pai e mãe ao mesmo tempo, uma vez que os verdadeiros héteros pais, abandonaram os filhos, lhe cabendo as duas funções nos cuidados dos filhos, outra escreveu, se isso for pai..... sem comentários e tantos outros deixaram suas opiniões das mais variadas. Diante do atual quadro, pense! de quem mesmo é o filho que Thammy se apossa para dar a figura de pai? segundo o site pais&filhos, nem Thammy nem sua mulher, sabem de quem é o óvulo que fecundou, afinal já não é um problema de ninguém, pois estas escolhas como já dissemos são pessoais. Diante desses absurdos destas imposições, porque não daríamos mais atenção a centenas de crianças que estão em abrigos infantis, onde os pais verdadeiros, os héteros que deveriam ser questionados das suas irresponsabilidades, seu mal caráter em abandonar filhos e que cuidem a sociedade organizada, vamos viver eternamente em guerra pela tão honrosa posição de pai dos que verdadeiramente são genitores e educadores, e é exatamente nessa brecha deixada por uma grande gama de "paisécos" que não tiveram a nobreza de criar e educar os filhos que fizeram, que entra o Thammy dando show na situação. Finalizo com este pensamento: Só espero que quando eu tiver minha própria família, que todos os dias eu veja um pouco mais do meu pai em mim. Keith Urban 































Quem vai quem fica eleições 2020, carona amiga?

2020 entra para a história do nosso país como  ano das incertezas no cenário político das eleições municipais, será um grande desafio para aqueles que estão nos cargos tanto prefeitos como vereadores, terão que redesenhar seus métodos de persuasão de como conquistar seus eleitores e convence-los de que trataram o humano e os projetos em execuções ou nada fizeram. Terá que ser levada em conta que a população em específico os eleitores, farão um grande filtro nessas eleições, levando em conta  que esse período de quarentena, toque de recolher, isolamento social, tudo isso mexeu com a estrutura física, crítica, social em específica. A questão política do país será o termômetro que cada eleitor terá em mãos diante dos possíveis mandatários e legisladores municipais. Vale ressaltar os prefeitos que não fizeram vista grossa diante da pandemia e soube trabalhar atendendo a demanda de seu município de forma responsável e compareceu ao público manifestando sua posição e preocupação diante do caos COVIDE-19, poderá ganhar a confiança desconfiada da população insegura e abalada emocionalmente, por outro lado temos os vereadores que terão que ser conciso em seus discursos e propostas, pois terão de encarar a platéia exaustiva e abarrotada das muitas informações nunca já vista no cenário eleitoral. Nessa eleição, diga-se de passagem, a chamada carona amiga, não irá funcionar, terá que ser uma campanha, "cada uma pra si e Deus pra todos" será o pleito eleitoral onde o título de eleitor terá seu verdadeiro valor da legítima procuração e o voto, será visto como decreto de quem pode e quem não pode descer no ponto onde trabalhará em favor da nova era da política pós-pandemia, onde será julgada cada passo dos eleitos.

















ELEIÇÕES 2026 - A IGNORÂNCIA VENCEU NAS URNAS.

*ELEIÇÕES 2026 - A IGNORÂNCIA VENCEU NAS URNAS* O Brasil foi às urnas, mas nem todos foram com consciência. Muita gente votou se...