5 habilidades fundamentais para se trabalhar em equipe

Uma das principais características procuradas hoje no mercado é saber trabalhar em equipe. Buscar essas melhorias faz com que os colaboradores criem habilidades e comecem a fazer a diferença, como, por exemplo, o aumento da produtividade.
A interação da equipe favorece também a capacidade de agregar valor e de gerar confiança, proporcionando um ambiente saudável e positivo. Com essa motivação os colaboradores se sentem mais motivados e preparados para as oportunidades da empresa.
Trabalhar em equipe não é apenas trabalhar em conjunto é preciso de compartilhamento. Os resultados nunca são alcançados apenas por uma pessoa, é preciso compartilhar com o outro para chegar ao objetivo final.
Procurar desenvolver suas habilidades em equipe é se destacar e dar espaço para a liderança. Empresas valorizam profissionais capazes de gerir e motivar os colaboradores, buscando sempre o desenvolvimento da equipe e os melhores resultados.
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Confira algumas habilidades fundamentais para se trabalhar em equipe:
- Administrar conflitos: É importante saber lidar com os conflitos do dia a dia na empresa. Neste sentido, desenvolver a habilidade de conversar para esclarecer os fatos e conciliar as necessidades é sempre a melhor opção nesse momento. Assim você gera confiança e afeição da equipe.
- Comunicação: Saber valorizar a comunicação entre você e os outros colaboradores é fundamental para o trabalho em equipe. Escutar e falar na hora certa também é uma habilidade importante para que o ambiente se torne agradável e produtivo.
- Proatividade: Tomar atitude é um ponto positivo. Estar sempre disposto a ajudar e a resolver os problemas ajuda no seu desenvolvimento de sua equipe.
- Inovar: Procurar inovar é sempre importante para o crescimento da empresa e dos profissionais. Buscar soluções e alternativas é fazer com que todos cheguem ao melhor resultado com mais assertividade e o que é melhor, em pouco tempo.
- Confiança: É fundamental desenvolver a confiança entre as pessoas que estão a sua volta. Gerar esse sentimento é ganhar um espaço maior na equipe, pois você sempre será o apoio de cada um e saberá quando e como contar com cada colaborador.
Essas habilidades citadas são formas de aprender a importância de cada gesto que você desenvolve em sua empresa. Buscar líderes engajados e que consigam colocar em prática o seu trabalho em equipe é essencial para o crescimento das organizações.
Invista na melhoria de suas relações interpessoais, aprenda a trabalhar em equipe e alcance resultados extraordinários!
FONTE: www.administradores.com.br

10 regras para fazer seu relacionamento dar certo


Não existe nenhuma fórmula nem teoria universal a respeito das uniões duradouras. Mas, existem certas regras que todo casal que quer ter uma relação longa deveria respeitar.
Saber se o seu parceiro atual cumpre a maioria dessas regras ou se falha em muitos destes pilares te permite fazer uma previsão sobre o futuro da sua relação e tentar "medicá-la" se ainda há tempo.


1. Comunicação: o ingrediente principal


Ainda que você já tenha ouvido isso mais de mil vezes, não deixa de ser certo. É impossível que um casal funcione ou que as duas pessoas estejam felizes com a relação se não existe uma boa comunicação entre eles.
Mas, comunicar-se não tem a ver com falar muito e, sim, com poder expressar para o parceiro os sentimentos, inquietudes, projetos... e obter um "feedback" da parte dele. Se existe uma boa comunicação é fácil resolver os problemas que vão surgindo.


2. Escutar: o outro lado da moeda


É tão importante como ser capaz de falar e se comunicar. Se você fala sem parar e quando ele quer te contar algo (ainda que seja algo relacionado ao futebol) você logo muda de assunto, você está falhando em um ponto muito importante. E não se trata de ficar quieta e ouvir tudo o que ele diz, mas sim de escutá-lo e tentar entendê-lo.
Seu parceiro deve saber que pode lhe contar qualquer coisa, pois você irá prestar toda atenção. Saber escutá-lo ajudará com que ele se comunique melhor, a criar laços especiais de cumplicidade entre vocês e saber o que quer, necessita e preocupa o outro.


3. Ser compreensiva: ponha-se no lugar dele


Antes de julgar uma situação, por mais grave ou absurda que ela lhe pareça, tente se colocar no lugar da outra pessoa. Tente averiguar o que ele sente, como pensa, por que tem se comportado assim.
Ninguém nunca tem razão absoluta e sempre há muitas versões para a mesma história. Seu parceiro não pode e não deve se comportar igual a você, irritar-se com tudo o que ele faz sem tentar entender ou tentar mudá-lo é um erro.
Ainda que vocês tenham certa afinidade, não precisam pensar igual em tudo. Entender isso os ajudará a serem muito mais compreensivos um com o outro, mais tolerantes e justos.


4. Tolerância: liberdade bem entendida


Você deve ser tolerante com seu parceiro sempre que a atitude ou o comportamento dele forem honestos ou quando não te causarem danos físicos ou emocionais.
Este é um dos pontos mais difíceis de atingir já que, normalmente, mesmo que a liberdade seja algo desejado é muito difícil dar essa liberdade ao nosso parceiro.
Cada membro do casal tem direito a ter seus momentos de independência e intimidade, de desenvolver seus projetos, gostos ou fantasias sem se sentir limitado pelo outro.
Mesmo que pareça o contrário, controlar seu parceiro, querer estar sempre com ele ou proibi-lo de fazer certas coisas simplesmente por insegurança é o que mais pode afastá-lo de você.
Um casal não pressupõe um contrato de escravidão e, sim, de colaboração. A postura mais generosa e benéfica para o relacionamento é apoiar o parceiro de uma maneira construtiva em seu desenvolvimento individual. 


5. Desenvolvimento pessoal, não funcional


É muito importante entender que embora vocês sejam um casal, vocês continuam sendo pessoas independentes, com personalidades e vidas próprias.
Vocês devem amadurecer e se desenvolver de forma individual para que exista um equilíbrio entre o casal. Ninguém deve viver à sombra do outro ou ser totalmente dependente dele.
Claro que o desenvolvimento e amadurecimento dele deve ser paralelo ao seu. Para conseguir isso, é fundamental que vocês tenham alguns objetivos comuns na vida: casa, trabalho, filhos, viagens, vida em casal, etc.
Além disso, é importante que você sinta que existe entre vocês um tipo de união que vai além do material. Uma conexão espiritual, uma forma comum de sentir a vida e o relacionamento.
No começo, o encantamento e a paixão proporcionam essa união especial, depois parece que algo está faltando.
Agindo dessa forma, você não permitirá que haja um desequilíbrio entre os interesses individuais e comuns de vocês. 


6. Ter vida social


No início, é normal que vocês só tenham vontade de ficar juntos e sozinhos, porém, é fundamental que vocês tenham vida social. Não só de forma individual, mas também como casal.
Isto significa que vocês devem ter amizades comuns com as quais podem fazer planos. A mesma coisa pode se estender à família. Sair juntos e se divertir fará com que vocês se sintam bem e dará uma pitada de emoção a vida de vocês.
É importante que ambos possam continuar desfrutando sozinhos dos próprios amigos, mas, claro, de uma forma honesta e sadia. Para isso, é fundamental ter confiança no parceiro, o próximo ponto da lista.


7. Confiança: evite o desentendimento


Um relacionamento sem confiança mútua não leva à parte alguma. Não é necessário confiança cega, mas, racional. Se não há motivos reais ou comprovados para desconfiar, infernizar a vida do parceiro com medos ou inseguranças fará com que ele se afaste.
A falta de confiança empobrece as relações e torna a convivência difícil. Aquele que é objeto de suspeita ou acusação costuma se "desapaixonar" porque a atitude da(o) parceira(o) o impede de desfrutar das coisas mais simples.
Para não criar situações incômodas, ele acaba renunciando muitas coisas. Mas, a pessoa que desconfia também sofre muito e pode passar facilmente do amor à obsessão. A solução para este problema passa pela comunicação. 


8. Afeto: depois da paixão


As carências afetivas costumam terminar com muitos casais. O afeto é a demonstração do amor, fundamental uma vez que o encantamento e a paixão começam a decair.
É muito importante ter sempre uma atitude carinhosa com o parceiro e fazer demonstrações de carinho para que passem muito tempo juntos. Não se sentir querida é uma das principais queixas das mulheres.
O carinho é algo que deve ser cuidado a cada dia, já que é o que mais facilmente se perde com o tempo e com a rotina.
Você conhece tanto seu parceiro que acha que ele não precisa de mimos e carícias. Se não recebemos carinho devemos fazer com que ele saiba, para ver se é uma questão de descuido ou se existe uma causa mais profunda. 


9. Sexo: o tempero da relação


Fazer com que o sexo funcione é um grande ponto a favor para que um relacionamento dure, entretanto, ele não deve ser o principal. Se vocês só estão juntos para poderem praticar o sexo será difícil fazer com que a relação de vocês chegue a algo mais.
É importante que ambos desfrutem das relações sexuais e tomem a iniciativa na hora da transa. O sexo, assim como o carinho, também precisa de cuidado. Vocês não podem se acomodar com o tempo.
O cansaço, o estresse, os filhos e as preocupações fazem estragos na vida sexual de muitos casais. Quando o desejo está inibido é preciso buscá-lo e propiciá-lo. Manter uma vida sexual ativa é um trabalho e uma preocupação dos dois. 


10. Amor: saber dar e receber


Amar também se aprende. De fato, é uma atitude madura e pode ser muito consciente. Em quase todos os casais costuma haver um que desempenha o papel de amante e outro o de amado.
É muito cômodo deixar que alguém te deseje, mas nem sempre é a postura que a faz mais feliz no relacionamento.
Tão importante quanto ouvir o parceiro dizer que a deseja, é poder dizer a mesma coisa a ele. Existem pessoas que têm uma enorme capacidade de amar e de se entregar, já para outras, isso custa tanto que chegam a fracassar em seus relacionamentos, mesmo desejando a outra pessoa.
  
FONTE: mulherdeclasse.blogpost.com.br

Professor da Escola Dominical uma missão

  • Professor da EBD normas e regras a observar
  •     Maior responsável em passar a visão do Pastor, e os propósitos da      Escola Bíblica para os alunos;
  • ·       
  • Responsável em ministrar as aulas com base nas revistas de apoio, podendo e devendo agregar conteúdo, sem perder o foco do tema;
  • ·       
  • Responsável em cuidar e zelar pela sua classe, tendo nas suas atitudes e comportamentos, exemplo de conduta, ou seja, modelo a ser seguido;
  • ·      
  • Responsável em desenvolver métodos de tratamento com os alunos que estão faltando as aulas, visitas de resgate e comemorar com sua respectiva classe;
  • ·     
  •    Receber os visitantes de forma calorosa e externar o amor de Cristo com os novos, sem esquecer os de casa;
  • ·     
  •   Evitar trazer polêmicas, ou críticas à Igreja, Pastor, Ministério, membros da EBD e irmãos;
  • ·  
  •      Não usar em hipótese alguma, exemplos de fatos ocorridos com irmãos que possam gerar constrangimento;
  • ·    
  •    Não usar as aulas para emitir opiniões que gerem perturbações, conflitos ao ministério;
  • ·   
  •     Ser um influenciador positivo, compromissado e ético com a visão da EBD; 
  • · 
  •       Respeitar os horários, manter frequência pessoal, mesmo que não seja semana de dar aula;
  • ·   
  •      Mais de 03 (três) faltas na Escola Bíblica Dominical no trimestre, sem justificativas, será substituído.
  • ·  
  •      Não se ausentar sem que procure a superintendência, com antecedência, salvo necessidade inesperada;
  • ·   
  •     Acatar as diretrizes definidas pela liderança da EBD, sendo o maior pelo resultados da sua classe.

Escola Bíblica Dominical: 5 dicas ninja para turbinar suas aulas

Postado por Presbítero André Sanchez, em Reflexões 
Antes de você ler o estudo, responda a uma pergunta rápida: Você quer estudar a Bíblia com o presbítero André Sanchez de Gênesis a Apocalipse, aí no conforto do seu lar, em vídeo-aulas, de seu computador, tablet ou celular? Clique aqui e saiba como
Sabemos que a maioria das pessoas que dão aulas na Escola Bíblica Dominical de diversas igrejas espalhadas por esse mundo, nem sempre tem alguma formação pedagógica que facilite a preparação e a comunicação das aulas a respeito da Palavra de Deus. Por isso, muitos professores da Escola Bíblica Dominical se veem em muitos momentos em apuros por não saber ao certo como manter suas aulas interessantes e os alunos interessados e motivados. Eu sou professor da Escola Bíblica Dominical de minha igreja há cerca de 13 anos, já vivi muitos altos e baixos, fiz muitos cursos, aprendi bastante, errei bastante, acertei bastante. Mas hoje gostaria de compartilhar cinco sacadas ninja muito boas que vão ajudar as suas aulas a subir para um nível muito mais proveitoso.
5 dicas ninja para turbinar sua aula na Escola Bíblica Dominical

Dicas práticas para professores de Escola Bíblica Dominical

1) Dê voz aos seus alunos

Algumas igrejas dão a liberdade para o professor da EBD escolher os assuntos a serem tratados em sala. Outras preferem adotar temas que sejam estudados em todas as salas. De qualquer forma, quero compartilhar algo que vai te ajudar muito a integrar mais seus alunos às suas aulas: Faça uma pesquisa na sua classe. A pesquisa deve conter questões que te ajudem a identificar o nível espiritual dos seus alunos e também espaço para sugestões sobre temas e sobre como eles gostariam que fossem as aulas. Isso dará ao professor uma ideia ampla sobre que tipo de linguagem usar em sua classe, que tipo de recursos seriam mais proveitosos, que tipo de abordagem usar, etc. Dar voz aos alunos é o “pulo do gato” para ter uma classe mais envolvida com as aulas.

2) Seja dinâmico em suas aulas

Quando digo dinâmico quero dizer que devemos variar as formas que damos as aulas. É muito cômodo para o professor adotar apenas um método ou sistema e aplicá-lo em todas as aulas. Mas variar torna a aula muito mais interessante. Os alunos vão desejar estar ali. Hoje temos uma gama muito grande de formas de passar o conteúdo, seja com uso de tecnologia (computador, Datashow, filmes, músicas, etc.), seja com dinâmicas em grupo e outras variações pequenas dentro das aulas tradicionais que fazem muita diferença. Em uma das minhas aulas sobre genealogias, ao invés de ficar lendo aquele texto chato de se ler, fiz com que cada personagem fosse feito por um aluno. Assim, formamos uma genealogia viva na sala e aprendemos que Adão conviveu com Noé e as informações sobre a criação puderam ser passaras oralmente sem modificações! Os alunos amaram. Isso foi muito mais produtivo do que usar o meio tradicional apenas de leitura e explicação verbal. Seja criativo. Não fique em sua zona de conforto.
Veja também:

3) Use a curiosidade a seu favor
A curiosidade é algo muito forte no ser humano. Você já reparou que quando está terminando um capítulo de uma novela ou série, o autor sempre procura te deixar curioso para que você deseje voltar no outro dia para ver o que vai acontecer? Essa é uma técnica muito poderosa. Sempre que for estudar algum tema, tente incluir questões curiosas, polêmicas. Mas sempre deixe ao final da aula um gostinho de quero mais. Use a curiosidade a seu favor. Em uma de minhas aulas em Gênesis, estávamos estudando a vida de Abraão. Logo ao final da aula, usei a curiosidade para aguçar a vontade de meus alunos, perceba: “Vocês já perceberam que vários homens de Deus tiveram mais de uma esposa? Abraão, Jacó, Davi, Salomão, etc. Será que Deus aprovava isso? Como explicar esse fato na Bíblia? E hoje, pode o cristão ter mais de uma esposa? Mas só saberemos essas respostas na próxima aula”. Não preciso nem dizer que a classe soltou um “ahhhhh, explica agora”.

4) Abuse das perguntas

Geralmente um professor é aquele que dá as respostas. Mas as perguntas motivam muito mais do que as respostas. As perguntas, além de aguçar a nossa curiosidade, também provocam em nós o desejo do saber. Sempre busque levantar perguntas as mais curiosas e polêmicas possíveis. Isso ajuda a manter o ânimo e a motivação em alta. Os alunos tendem a ficar desmotivados com aquilo que é óbvio. Por isso, provoque com perguntas fortes, nada óbvias e que você saiba que eles não saberão a resposta com facilidade. Complique para depois simplificar e coroar a atenção que lhe deram com uma resposta cheia de fundamentos bíblicos e que eles irão entender. Em certa aula onde eu explicava acerca da arca de Noé, depois de aguçar a curiosidade na aula anterior (conforme expliquei no ponto três), trouxe várias perguntas complicadas e intrigantes para a aula. Onde estavam os dinossauros na arca de Noé? Será que esses animais existiram mesmo e foram na arca? E mais: será que eles são mencionados na Bíblia? Não preciso nem dizer que essa aula foi especial, os alunos nem piscavam! Evidentemente que o professor precisa estar preparado e colocar apenas questões que consiga explicar de forma que o público alvo consiga entender.

5) Seja aplicado em sua preparação

Nenhuma técnica dará certo se a peça principal, o professor, não estiver preparado. Além da preparação espiritual de uma vida diária com Deus, o professor da Escola Bíblica Dominical precisa se preparar em como passar o conteúdo, em como ser compreendido, em como se portar, em como comunicar a matéria, etc. Isso não é tarefa fácil. Não foi para mim, e tenho certeza que não o é para nenhum professor de EDB. Mas é possível. Caso você tenha dificuldades nessa preparação e esteja um tanto quando perdido, hoje, graças a Deus, temos muitas formas de preparação ao nosso alcance. Eu conheci mês passado um material espetacular e muito proveitoso que visa formar Professores e Líderes para Escola Bíblica Dominical para um melhor exercício desse dom. Caso queira conhecer e ver mais detalhes, clique aqui.
E para finalizar, deixo o que a Palavra de Deus nos ensina sobre esse nosso ministério de ensino na igreja do Senhor Jesus: “se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo” (Romanos 12:7).
Mais conhecimento da Bíblia em menos tempo?
Aprender mais da Bíblia é uma dessas coisas que não acontecem da noite para o dia, não é verdade? Eu mesmo estou nessa jornada há quase 20 anos e não penso que ela vai acabar tão cedo. E você, sente que tem aprendido bastante das coisas de Deus? Ou seu aprendizado poderia estar melhor? E se você pudesse acelerar um pouco mais o seu aprendizado sobre temas bíblicos difíceis e polêmicos, cortando caminho ajudado por quem já esteve lá, já estudou, já pesquisou e agrupou tudo isso para te ajudar? Clique aqui e pegue seu Manual Bíblico agora!
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Bancada evangélica aposta em “distritão” para crescer

Mudança no sistema eleitoral ajudaria candidatos com base já formada

                 por Jarbas Aragão        


As pretensões da bancada evangélica de consolidar suas pautas aumentam a cada eleição. Para 2018, o número de deputados e senadores ligados a igrejas poderá crescer por conta da provável aprovação do chamado “distritão”. Embora os números sejam divergentes, com alguns deputados tendo abandonado o bloco nos últimos anos, ele tinha em 1994 21 membros, quadruplicou, chegando a cerca de 85 (16,5%) dos 513 deputados atuais. O atual presidente da Frente Parlamentar Evangélica, pastor Hidekazu Takayama (PSC-/PR), admite que a meta é superar os 20% da Casa (103 deputados). Um dos fatores que pode ajudá-los a conseguir isso é a aprovação das novas regras eleitorais, que suprimem o sistema proporcional vigente.
Com ou sem “distritão”, um aumento já era esperado para o ano que vem, acompanhando o crescimento desse segmento da população brasileira (menos de 10% no começo dos anos 1990 para 30% hoje). “A maior parcela [dos deputados evangélicos] prefere o ‘distritão'”, assegura Takayama à Folha de São PauloTambém é favorável à mudança o ex-deputado Robson Rodovalho, bispo da Sara Nossa Terra, que acredita que no sistema atual “a galera suja entra com pouco voto”. Ecoa esse discurso o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família, pastor Alan Rick (PRB-AC), para quem essa proposta “favorece o fortalecimento da representatividade popular”. Contudo, a ideia não encontra unanimidade entre o segmento. O deputado federal Ronaldo Fonseca (Pros/DF), que trabalha pela criação do Partido Republicano Cristão, e o Pastor Everaldo, presidente do Partido Social Cristão (PSC), entendem que o “distritão” não teria grande impacto no bloco evangélico. Seguem o raciocínio do pastor Silas Malafaia: “O evangélico que é popular não depende do ‘distritão’. Para ele tanto faz, vai entrar de qualquer jeito”. Dá seu irmão de exemplo: Samuel Malafaia (PSD) foi o quarto deputado estadual mais votado no Rio. Atualmente, todo voto em um candidato também conta para o partido ou a coligação. Surgem assim os “puxadores de votos”, como Tiririca que, por causa do grande número de votos, ajudam a eleger outros que não receberam votação expressiva. Essa nova fórmula serviria para eleger ao Congresso quem tiver melhor desempenho nas urnas. Isso provavelmente manteria o cargo dos políticos que são bem conhecidos do público e abrirá caminho para a eleição de personalidades e quem possui forte apoio popular, como é o caso de muitos líderes religiosos. O professor de sociologia da USP Ricardo Mariano assevera que “os evangélicos levariam vantagem por serem conhecidos –incluindo aí as celebridades gospel e os televangelistas –, disporem de muitos recursos financeiros, de acesso facilitado a mídias eletrônicas”, fora que não são poucos os pastores capazes de “influenciar o voto de parte de seus adeptos”. O jornalista Janio Freitas, especializado em política, escreveu em sua coluna na Folha de São Paulo: “os evangélicos recebem as condições para compor, também na Câmara, a bancada mais poderosa como número de votos unificados. A mais propensa força a definir votações, portanto”.

STE contra os pastores

Por conta desse raciocínio, o presidente do Superior Tribunal Eleitoral (STE), Gilmar Mendes, já declarou que os magistrados estão estudando uma cláusula que impediria o uso do poder econômico e a influência das igrejas nas eleições.

Comentando a decisão do Supremo Tribunal Federal em vetar doações empresariais, Mendes foi incisivo: “hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne 100 mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. […] Se disser que agora o caminho para o céu passa pela doação de R$ 100?”. 
Fonte: Gospelprime



Venezuela nas mãos do tirano do século

Nicolás Maduro...isso mesmo, com poder e arrogância e mão de ferro, com encosto de espírito bolivariano, sufraga por conta própria seu regime tirano e perverso, levando no seu cabresto a suposta democracia as raias da ditadura, fazendo o país gemer na pobreza, matando e  derramando sangue de pessoas humildes, tudo pela ganância da perpetuidade de manter-se na presidência do país. Nicolás Maduro, é um líder indigente, tem seu discurso recheados de falas com requintes de frases amedrontadoras, fala como homem, porém boca de dragão...palavras ofensivas que destilam fogo, e queima a esperança do povo Venezuelano.
    Quem foi Simón Bolívar a quem Lula, Evo, Maduro, Dilma, tanto louvam??
Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios Ponte-Andrade y Blanco (Caracas24 de julho de 1783 — Santa Marta17 de dezembro de 1830), comumente conhecido como Simón Bolívar (Pronúncia espanhola: [siˈmon boˈliβar], AFI), foi um militar liberal e líder político venezuelano, sendo o primeiro ilustrado a apoiar na prática a descolonização. Junto a José de San Martín, foi uma das peças chave nas guerras de independência da América Espanhola do Império Espanhol
Após o triunfo da Monarquia Espanhola, Bolívar participou da fundação da primeira união de nações independentes na América Latina, nomeada Grã-Colômbia, da qual foi Presidente de 1819 a 1830.
Simón Bolívar é considerado por alguns países da América Latina como um herói, visionário, revolucionário, e libertador. Durante seu curto tempo de vida, liderou a Bolívia, a ColômbiaEquadorPanamáPeru e Venezuela à independência, e ajudou a lançar bases ideológicas democráticas na maioria da América Hispânica. Por essa razão, é referido por alguns historiadores como "George Washington da América do Sul".

Infância e juventude

De origem aristocrata, Simón Bolívar nasceu em Caracas, Venezuela, filho de Juan Vicente Bolívar y Ponte-Andrade e de María de la Concepción Palacios de Aguirre y Ariztía-Sojo y Blanco. Tinha quatro irmãs: Angela, Juliana, Rita e María Bolívar, esta última falecida poucas horas após o nascimento.
O pai de Simón faleceu quando este tinha apenas três anos, em 1786. Sua mãe morreu em 6 de julho de 1792. O menino foi então levado para a casa do avô materno, e, depois da morte deste, para a casa do tio, Carlos Palacios.

Início dos ideais

Aos doze anos Simón fugiu da casa do tio para a casa da irmã deste, María Antonia, por quem sentia uma maior ligação afectiva. Em consequência do seu ato passou alguns meses na casa do pedagogo Simón Rodríguez, por quem foi muito influenciado e com quem manteve uma relação de amizade até o fim dos seus dias. Teve ainda outros tutores, entre os quais o humanista Andrés Bello.
Em janeiro de 1797 ingressou como cadete no Batalhão de Milícias de Blancos de los Valles de Aragua (do qual o seu pai tinha sido Coronel), onde se destacou pelo seu desempenho.
Em 1799 viajou para a Espanha com o propósito de aprofundar os seus estudos. Em Madrid ampliou os seus conhecimentos de História, Literatura, Matemática e aprendeu a língua francesa. Na capital espanhola casou-se com María Teresa Rodríguez del Toro y Alaysa (26 de maio de 1802).
    Leia você que é religioso o que Bolívar pensava entre religião, lei e estado: 











Que tipo de Brasileiro é você?

  “Vamos estancar essa sangria” “este governo é uma farsa” ou “nunca se viu tanta corrupção como nesse governo”.
    São as vozes daqueles que foram eleitos para fazer o processo político funcionar, conforme reza nossa constituição federal, são gritos e berros recheados de mágoa e ódio de alguém que na maioria, tenta passar ao povo brasileiro um nome de luta de compromisso e seriedade, ficamos as vezes impactados e até chocados os incautos quando assistem essa onda de chavões nutridos de bravatas e com requintes da demagogia, ficam alterados e vãos as redes sociais escolhem um desses ‘legisladores” ao bel prazer da interpretação do vício do falar mal pelo mal, e soltam o verbo desqualificando caráter, atacando moralmente, socialmente, religiosamente simplesmente para se dar o prazer de ganhar conotação nas redes, já que hoje a internet deu vida e voz a ignorância.
  Ora! A liberdade de expressão e garantida por lei, no artigo 5º da constituição do país, posso expressar tudo que penso e creio, agora, isso não dá direito a nenhum cidadão citar nomes, desmoralizar quem quer que seja, a pretexto dos seus ideais ou razões, pois será passivo de responder criminalmente.
   Mas vamos falar do Brasil...  a quem devemos preocupar? com os políticos ou com Brasil? difícil hein! Isso mesmo, não dá para desassociar um do outro, pois a história do país é vasta e a república democrática ainda é jovem, nossa gente ainda não aprenderam a livrar-se da maneira chula de fazer política do toma lá e dá cá, fazem acordões, confiam em promessas que nem sempre funcionam, não votam por paixão a pátria, votam por partidarismo, amizades por interesses pessoais ou por protestos afim de eliminar um modelo de governo, enfim esses são nossos brasileiros.
   É muito pouquíssima aqueles que querem o bem da nação, e os poucos que estão por aí, calam-se diante do escalabro, pois a omissão torna-se favorável para evitar as críticas, enquanto isso o gigante pela própria natureza sangra, sem sequer gritar socorro aos filhos deste solo e mãe gentil, no afã da próxima eleição, alguém abrace-o como um filho resgatado.
   Numa alegoria, teremos mais uma chance, o nosso voto é a vara, e o atual sistema é o malfeitor, aí que temos que encarnar o verdadeiro brasileiro, fustigar os males do populismo tentando “bolivariar” nossa nação ou corporativismo grotesco querendo profissionalizar a arte de fazer administração para o bem público, atendendo uma minoria e chutando a classe de trabalhadores e empresários a ver navios...se é que os mares estão para navegar.
   Mas então, poderia afastar o presidente, que foi vice presidente de um regime que vinha esfacelando o modelo econômico, e empurrando a ilusão com supostos juros baixos, facilitando créditos as financeiras, entregando 7 carros à 3 casas para classe média  para dar uma ideia de que o país estava crescendo, e por detrás dos bastidores dos investimentos o nicho da legalização do roubo e falcatruas crescia desenfreadamente, que não faltou gota para respingar na faixa presidencial do então vice que viraria presidente com honra de golpista e aclamado de traidor.

Vale a pena ressaltar que o senhor mentor disso tudo, tenta emplacar sua candidatura, faz discursos saudosistas, arranca gritos de viva, desafia a mais alta corte, sempre com o conhecido dito que ficou conhecido “nesse país não existe uma viva alma, mas justa e honesta do que eu” é Brasil!!!!            acorda, quem será seu próximo diretor? Será que os brasileiros aprenderam a lição, ou irão mais uma vez ao quadro negro, escrever palavras ditadas pelos velhacos da corrupção? ....nem Lula nem Temer nem Marina nem Ciro, nem Serra nem Dória, nem Aécio nem Bolsonaro.... Afinal quem será? O Brasil espera que o seu próximo mandatário cumpra o seu dever. 




Câmara Municipal de Angélica, suscita a lei do dia do evangélico.

      Passado quase 17 anos a câmara municipal de Angélica, numa das sessões  realizadas nas segunda feiras, no mês de março pp, levantou a ...