O que diz a Bíblia sobre Simpatias e Superstições?

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O Brasileiro em geral é muito místico e supersticioso. Muita gente que diz professar a religião católica, acredita em reencarnação, simpatias e todo tipo de coisas relacionadas a isso. Infelizmente essa é uma realidade que também tem atingido os cristãos protestantes. Por isso vemos a necessidade de trazer aqui um esclarecimento sobre esse assunto.

Seja você católico ou protestante, antes de tudo saiba que você é Cristão, um seguidor do mestre Jesus, então não se contamine com esse tipo de coisa.
O ser humano sempre cultivou um fascínio pelo espiritual e mantém, consciente ou inconscientemente, um estreito relacionamento com esta dimensão. Nos primórdios da humanidade, encontramos Adão, o primeiro homem, gozando íntima comunhão com o Senhor Deus, isto fica claro ao lermos a narrativa de Moisés no Livro de Gênesis (cap. 2 e 3), no desenrolar da história bíblica, são citados diversos homens que foram intimamente ligados ao “mundo espiritual”, tais como: Noé, Abraão, Moisés, Davi, Paulo e tantos outros que estavam umbilicalmente ligados a Deus (Gn 6.9; 17.1-8; Ex cap. 3; At 13.22; Hb cap.11).

Na contramão do bem, vemos também citações de outros que mantinham profundo relacionamento com os espíritos malignos e obtiveram certo êxito em seus empreendimentos (Dt 18.14; Ex 7.11; At 8.9-13; Dn 2.2; Is 8.19), mas, como recompensa, receberam a destituição da graça e a condenação eterna.

imageUltimamente, vemos que o diabo tem se levantado de uma forma muito poderosa, toda a sua obra está em evidência, a mídia tem exposto o agir do maligno em todas as áreas explicitamente e de uma maneira absurdamente assustadora e nunca vista antes; a abertura que os programas de tv tem dado aos praticantes do espiritualismo e muito grande e esse é só um exemplo. É certo que muitos praticantes anônimos das obras espiritualistas, creem estar buscando servir a Deus e não têm a consciência de estarem lidando com as forças das trevas; mas, isto não os isenta.
Mas, o que é simpatia?
O Dicionário Aurélio a define como: “Ritual posto em prática, ou objeto supersticiosamente usado, para prevenir ou curar uma enfermidade ou mal-estar”.
A definição que encontramos no dicionário é muito clara, não nos deixa dúvida quanto sua origem. É um “ritual” (rito: Regras e cerimônias que se devem observar na prática de uma religião; Qualquer cerimônia de caráter sacro ou simbólico que segue preceitos estabelecidos.) Como o Senhor Deus não é o centro deste ritual, por consequência o diabo o é! Não há meio termo; ou faz-se para Deus ou para o diabo.
Paulo, alerta: “Abstende-vos de toda forma de mal.” (1Ts 5.22)
imageA pratica da simpatia é reprovada em diversos textos, na realidade são condenadas todas as práticas que envolvem contato com espíritos malignos. Infelizmente, muitos praticam simpatias por desconhecerem suas origem, mas, tais costumes devem ser abolidos do meio da família cristã. Sustentar esse tipo de prática sabendo do seu real significado é rebelião, feitiçaria contra Deus.

Mesmo apontando a simpatia como única saída para a cura de determinados males, ela continua sendo uma obra das trevas. Há simpatias para tudo, por exemplo: para curar doenças (asma principalmente); para encontrar namorado (a) e casamento; Trazer fidelidade ao casamento; Conseguir riquezas; para curar animais; eliminar insetos das plantações e muito mais.

As pessoas necessitam estarem atentos à vontade de Deus e coloca-la em primeiro lugar em suas vidas, seja qual for o preço a ser pago.
Muitas pessoas não tementes que praticam simpatias obtém resultados positivos. Estes E esses mesmos alegam: “o diabo não faz o bem”. Mas prestem atenção, a Bíblia em diversos textos nos afirma que o inimigo tem grande poder, o suficiente para operar sinais e maravilhas diante dos homens. (Ap 13.13, 16.14; Mt 4.1-11, 2Ts 2.9). Portanto, ele cura a saúde de alguns, mas tudo o que ele dá ele tira depois, cumprindo seu objetivo de matar, roubar e destruir.
imageO Senhor Deus realmente é o autor de todo o bem e realiza curas, milagres e sinais, mas, a forma de alcançá-los é totalmente diferente e depende de uma vida de comunhão e santidade.
Superstições, curandeirismo, bruxaria, agouros, e demais práticas são condenadas, veja o texto:

“Não se achará entre ti... adivinhador (Conhecer ou descobrir, por meios sobrenaturais ou artifícios hábeis, o que está oculto em -o passado, presente ou futuro-. Descobrir por interpretação, indução, conjetura, intuição, etc.), nem prognosticador (Fazer o prognóstico; predizer, pressagiar, profetizar), nem agoureiro (Que anuncia desgraças, infortúnios; supersticioso, crendeiro.), nem feiticeiro (Que faz feitiços. encantador, sedutor.), nem encantador (Ato ou efeito de encantar, Feitiçaria, magia.), nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois... é abominação ao Senhor.” (Dt 18.10-12).

Irmãos, é tempo de sermos espirituais, homens e mulheres cheios do Espírito Santo, sensíveis à Sua voz e ao Seu soprar; limpos de toda sorte de mal, purificados; atentos às muitas armadilhas jogadas nas veredas, algumas sutis, quase imperceptíveis; porém, com poder suficiente para destruir a comunhão com o Pai.
“Vigiai e Orai!” Assim seja a nossa vida.
Adaptação de Texto: Redação Escrevendo de Tudo

Fonte: Blog UMAP-VCA

Breve nota sobre a Romênia

     A Romênia é um Estado laico, e não tem uma religião oficial. No entanto, uma esmagadora maioria dos cidadãos do país é cristã. 86,7% da população do país são identifica como membros da Igreja Ortodoxa, segundo censo de 2002. Outras denominações cristãs incluem o Catolicismo Roman.o (4,7%), o Calvinismo (3,7%), denomina ações pentecostais (1,5%) a Igreja Greco-Católica (0,9%). Historicamente, a Roménia também tem uma significativa minoria muçulmana, concentrada em Dobrogea, que são na sua maioria de etnia turca e cerca de 67500 pessoas. Com base nos dados do censo de 2002, existem também cerca de .000 judeus e 23105 pessoas que não têm qualquer religião ou são ateus.

Fonte: Wilkepédia

Por que precisamos tomar banho?

A resposta para esta pergunta parece óbvia:         temos que tomar banho para ficarmos limpos, cheirosos e saudáveis. Mas esse esclarecimento pode
O ser humano precisa tomar banho por uma questão cultural, para a aceitação na sociedade, por questões psicológicas e sociais. O banho significa limpeza e cuidado.

Nós também precisamos tomar banho todos os dias para não ficarmos doentes. A pele humana tem células que formam a epiderme. Sobre as células da epiderme existe uma camada de queratina, um tipo de proteína que não permite que a água passe para dentro do organismo.
Nos poros da pele temos o suor e as glândulas sebáceas. Todos os dias, a nossa pele é renovada, e as células mortas se acumulam. Sendo assim, o banho é importante para remover as impurezas e as células mortas da pele.

Com o banho nós conseguimos equilibrar a presença das bactérias comensais na pele, tipo de bactéria que convive com o ser humano sem causar doenças. Estas bactérias precisam estar em equilíbrio para evitar que outros microorganismos perigosos à saúde fiquem na pele e nas mucosas.

Nós precisamos tomar banho para evitarmos doenças e para retirarmos resíduos naturais da pele, como suor, sebo e células mortas. Só assim conseguimos manter uma pele e um organismo saudável.

Lembre-se que o banho em excesso também pode ser prejudicial, pois pode matar as bactérias comensais, que protegem a pele contra microorganismos nocivos. Fique atento e preserve sua saúde!
ser ainda mais profundo.

Os músicos e cantores são levitas?

Por Alex Belmonte
     Há um enorme equívoco no meio evangélico que se enraizou na mente de alguns crentes, quando o músico, ou ministro de louvor é exclusivamente chamado de levita da casa de Deus. Assim como muitos erros de interpretação bíblica causaram enormes contradições pela falta de harmonização de textos com contextos, apesar do caso aqui
exposto se tratar de contexto remoto, gramatical, histórico e cultural, a comparação feita especialmente do músico atual para com o levita da Bíblia é mais um exemplo disso.
Mas, quem eram, de fato, os levitas descritos na Bíblia? O que eles realmente faziam? Que ligações possuem os levitas das Escrituras com os “levitas” de nossos dias? Quais os equívocos causados quanto ao assunto em questão?
Os levitas eram os membros da tribo de Levi, terceiro filho do patriarca Jacó. Formavam uma tribo separada, sem território, sem herança terrena, sem recenseamento com as demais tribos, porque tinham a benção do alto privilégio de ter o Senhor como sua posse (Dt. 10.9). Era a tribo dos sacerdotes (cohanim), descendentes de Arão, por sua vez descendente de Levi (Ex. 29.44; Nm. 3.10). Isso quer dizer que todo sacerdote (cohen) era levita, mas nem todo levita era sacerdote (Nm. 3.6ss).  É claro que encontramos pequenos resquícios literários de sacerdotes que não eram levitas, principalmente na época dos juízes e no início da monarquia, mas isso é um outro assunto.
As funções dos levitas
O Dr. Henry Hampton Halley, no “Manual Bíblico de Halley” mostra que o ministério levítico era amplo em suas atividades, diferente em relação ao que se pensa em nossos dias. Os levitas tinham uma atividade honrosa que compreendia: o serviço no santuário (Nm 3.6; 1º Cr 15.2) o auxílio nos sacrifícios (Jr. 33.18,22), no transporte da Arca da Aliança, na responsabilidade para com o ensino da Lei (Dt 31.9; 22.10), na música (1ª Cr. 25.1) e, no uso da autoridade para abençoar. “Parece, portanto, que os deveres dos levitas incluíam tanto o serviço de Deus como um papel de relevância no governo civil”, conclui Dr. Halley (Manual Bíblico de Halley – p. 222, Ed. Vida – 9ª reimpressão 2011).
Davi foi o responsável por inseriu a música como parte integrante do culto, afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (1º Sm.16.23). Atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical. No 1º livro das Crônicas capítulos 9.14-33; 23.1-32; 25.1-7, vemos diversas atribuições dos levitas. Havia então entre eles porteiros, guardas, padeiros, cantores, instrumentistas e até o tesoureiro era levita (1ª Cr. 26.20-28; 2º Cr. 5.13; 34.12).
Os levitas em nossos dias
Deixo bem claro que o ministério levítico descrito na Bíblia, teologicamente interpretado, não possui sequer nenhuma ligação com os chamados “levitas cristãos” de nossos dias. A começar pela ampla organização ministerial, postura, atividade, contexto histórico, religioso e cultural, promessas bíblicas, seleção, critérios, períodos e épocas.
Mas, não poderia deixar de considerar a forma do uso atual, pois, se torna importante esclarecer aqui, que a verdade no que tange ao “levitismo evangélico”, ficou obscura por causa do erro interpretativo das Escrituras propagado pelos não estudantes da Bíblia. Ou seja, se queremos assim considerar o ministério levítico em nosso meio, á luz da Palavra de Deus, todos os que servem em qualquer ministério relacionado ao culto e ao templo, podem e devem ser chamados também de “levitas”.
A falsa ideia de que apenas músicos são levitas, mais uma vez considerando teologicamente o assunto no contexto atual, é totalmente contrária aos textos e relatos bíblicos. E mais, se torna um fato irônico chamar de levita aquele músico que, muitas vezes, exerce seu ministério na igreja tendo uma irreverência explícita no próprio culto, confundindo a adoração coletiva com seu show particular e, ignorando o conhecimento teológico e profundo da Palavra, o que o distancia mais ainda dos levitas bíblicos que possuíam grande sabedoria das Escrituras e extrema visão espiritual.
Concluo expressando o desejo de que os verdadeiros cristãos, que buscam para si a mesma nomeclatura do chamado levítico, possam exercer seus ministérios de uma forma em que suas ações possam refletir, pelo menos, uma expressiva parcela da responsabilidade, zelo, dedicação e compromisso dos levitas da Bíblia Sagrada.

Fonte: Napec - Apologética Cristã

Pr.Elianai Cabral - O Exagero Entre Os Pregadores Pentecostais



     Será que alguns destes pregadores atrapalhados teriam coragem de se atrever depois de ouvir uma palavra dessa? Pastor Elienai Cabral, veterano teólogo, pastoreou a Assembleia de Deus em Brasília, por mais de 30 anos, Vários livros escritos, e é comentador da nossa revista da escola Bíblica Dominical da CPAD, tive o privilégio de ouvi-lo em várias cursos bíblicos intensivos, é um verdadeiro erudito da bíblia sagrada. Faça seu comentário.







Estaria Finney equivocado com o cristianismo da atualidade?

 Quando falta o amor fraternal e confiança entre os crentes faz-se necessário um reavivamento. Há nesse momento um forte clamor para que Deus reavive a Sua obra. Espere por um reavivamento quando existirem dissensões, ciúmes e rumores maldosos entre os crentes. Essas coisas mostram que os cristãos se afastaram de Deus e que é hora de pensar seriamente em um reavivamento. O reavivamento é necessário quando há um espírito mundano na igreja. Ela se afunda num estado de apostasia quando se vêem os cristãos conformes o mundo em vestimentas, festas, buscas de diversões mundanas e leituras de romances imorais. Quando a igreja encontrar seus membros caindo em pecados escandalosos e indecentes, é tempo de despertar e clamar a Deus por um reavivamento. Pode-se esperar um reavivamento quando os cristãos possuírem o espírito de oração para o reavivamento. Isto é quando orarem como se seus corações o desejarem ardentemente. Um reavivamento está perto quando os cristãos começam a confessar os pecados uns aos outros. Pode-se esperar um reavivamento quando os cristãos estiverem dispostos a fazer os sacrifícios necessários para conduzi-lo”.
Charles Grandison Finney foi um pregador, professor, teólogo, abolicionista e avivalista estado-unidense, um dos líderes do Segundo Grande Despertar. Wikipédia
Nascimento: 29 de agosto de 1792, Warren, Connecticut, EUA
Falecimento: 16 de agosto de 1875, Oberlin, Ohio, EUA
Cônjuge: Lydia Root (desde 1824)





 G. Finney: “Quando existe falta de amor 

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