Tereré de ouro dos Paraguaios

O Brasil atravessa uma das suas piores crises institucionais da sua história, isso já é fato lavado, porém os brasileiros acreditam que assim como nosso país vizinho o Paraguay que ficou quase 40 anos nas mão do presidente ditador Alfredo Stroessner,  que hoje cresce pujante, com um grande polo industrial da America latina, aquele que era visto como um reduto da especulação dos brasileiros, americanos, franceses, chineses, Coreanos, Japoneses, Turcos enfim, hoje se regozija diante do seu crescimento espantoso.
Para entender a dimensão disso em 2017 de cada 10 empresas abertas no país vizinho 7 eram brasileiras. quais as vantagens? estabilidade nos juros, suporte nas áreas de implantações dos pólos,
incentivos fiscais e por ai vai.
Enquanto o Brasil cambaleia tentando se livrar dessa corja de políticos que são as velhas raposas do toma lá da cá, vamos vendo nossos ermanos tomando tereré em bombas de ouro e prata(bebida de erva mate) nós brasileiros vamos dividindo a tubaína em copo plástico com canudinho de papel. É mole ou quer mais.




Saiba como conquistar clientes com 5 dicas valiosas

Quem empreende está sempre procurando meios de aumentar as vendas e o faturamento. Por conta disso, muitos querem entender melhor como conquistar clientes. Esse é o seu caso? Então, continue a leitura deste texto!
Sabemos que consumidores estão cada vez mais exigentes em relação aos produtos e serviços que adquirem. É preciso ter uma marca bem posicionada no mercado e, ainda, ter à mão algumas estratégias para agradar ao público.
Para ajudar você e seu negócio, separamos 5 dessas táticas usadas por pequenas e grandes empresas de sucesso com objetivo de se destacar para a clientela. Confira!

1. Tenha um atendimento exemplar

Oferecer um bom atendimento é realmente um grande diferencial. Não é raro ouvirmos ou lermos sobre clientes completamente decepcionados, ou mesmo, revoltados com uma empresa por conta de um problema não solucionado.
Mudar esse cenário na sua corporação é uma forma de sair na frente da concorrência e, desse modo, se estabelecer positivamente por conta da forma que sua equipe atende as pessoas. Um atendimento ágil, empático e preocupado em resolver os problemas — em vez de criar outros — é um dos passos para conquistar clientes.

2. Faça vendas consultivas

O momento da venda também pode ser mais engajador para o seu público-alvo se seus funcionários passarem a realizar vendas consultivas. Nessa modalidade de atendimento, o vendedor está mais preocupado em ajudar o cliente a resolver seu problema do que apenas “empurrar” um produto a ele.
É necessário ser paciente, ouvir com atenção e oferecer soluções realmente úteis — quer elas envolvam o produto da loja, quer não. Esse estilo encanta a clientela, justamente, porque a marca mostra se importar de verdade. O resultado é um público fiel e satisfeito.

3. Tenha uma presença forte nas redes sociais

Quem quer estratégias sobre como conquistar clientes não pode deixar as redes sociais de fora. Elas passaram a ser grandes aliadas das marcas. Plataformas como o Facebook, Instagram e YouTube são mais do que espaços para mostrar a marca e anunciar produtos. São ferramentas de aproximação da empresa com seu público-alvo. Por meio das redes sociais você cria relacionamentos valiosos com os clientes em potencial, além de fidelizar as pessoas que já compraram com você, tornando sua marca amada por mais gente.

4. Estude o perfil do cliente

Um pré-requisito para conquistar clientes é entender quem, de fato, é o seu público. Do contrário, você direcionará seus esforços para o lugar errado, obtendo assim um menor resultado. Realizar um estudo profundo do perfil do consumidor é fundamental para todo empreendedor que quer saber como conquistar clientes. Entender esse aspecto fará com que seus produtos, discurso, ações e promoções atinjam o alvo certo.

5. Faça promoções e sorteios

Promoções e sorteios são mais uma maneira estratégica de atrair e fidelizar clientes. Esse tipo de ação mostra o cuidado da empresa em presentear o público com um produto ou serviço que tenha valor para ele. As promoções e sorteios ainda podem ser condicionadas a alguma iniciativa, como um valor mínimo de compras, um concurso cultural ou participação nas redes sociais.
Existem diversos itens que você pode oferecer em uma promoção ou sorteio. Um deles é a cesta básica! Ela tem um alto valor agregado e é uma opção certeira para qualquer público!
Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a perceber como conquistar clientes é uma tarefa simples, se você seguir as dicas certas. Comece agora mesmo sua estratégia, entrando em contato com a Cesta Nobre para planejarmos juntos uma ação que encantará seu público!






Defendendo princípios pentecostais: a questão do movimento do reteté

Não há na Bíblia nenhuma recomendação para que as igrejas pratiquem o reteté.
Apresento ao querido leitor do Gospel Prime algumas considerações que levei à 11ª Escola Bíblica de Obreiros (EBO) da Convenção Fraternal de Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Estado da Bahia, convenção esta que se reuniu entre os dias 29 de junho e 1 de julho em nossa capital. O tema da convenção era “Princípios: defendendo a nossa fé”, e planejei, como tema de minha preleção, o que consta agora como título deste artigo.

Os textos que nos serviram como ponto de partida foram os de I Co 13.11; 14.20-33, 39,40 e Cl 1.26,27, cuja leitura recomendo – os de I Co  referem-se ao exercício dos dons espirituais no culto, e os de Cl aludem ao “mistério”.
Sendo membro e ministro filiado a uma igreja pentecostal histórica (Assembleia de Deus), preocupo-me com algumas crenças associadas, na prática, ao Movimento Pentecostal, entre as quais se acha o denominado “reteté” (ou “repleplé”), o qual, embora estranho ao pentecostalismo histórico ou clássico, parece ser visto por muitos como a própria essência do pentecostalismo.
O reteté – uma praga surgida no seio das igrejas pentecostais na década de 1990 – caracteriza-se por comportamentos esquisitos durante o culto, erroneamente atribuídos ao exercício de dons espirituais num contexto de suposto derramamento do poder do Espírito.
Tais comportamentos anormais incluem cair ou dançar “no Espírito”, ficar estalelado no chão com os braços para cima, gritar (de alegria ou de angústia), urrar (como animais), deitar-se ou rolar no chão, sacudir-se, tremer compulsivamente, ficar em transe, sair correndo pelo salão da igreja, ropopiar, pular, movimentar o corpo para baixo e para cima, marchar, rir descontroladamente, espalmar as mãos e mover os braços de forma circular, entre outros. Algumas dessas atitudes lembram práticas de outras religiões, e já existem aqueles que, em reuniões da igreja, acham que precisam vestir roupa branca ou tirar os calçados dos pés quando assumem o púlpito.
Quando eu era criança, ouvia o termo “meninice” como forma de os assembleianos se referirem ao que hoje conhecemos por “reteté”. “Meninice” é vocábulo derivado do texto em que o apóstolo Paulo diz, tratando dos dons espirituais, que se comportava como menino na época em que era menino, vindo a agir como homem ao chegar à idade adulta (cf. I Co 13.11). Uma outra expressão utilizada pelos meus irmãos assembleianos para aludir a tal tendência era (e é) a mui eloquente (e bíblica) “fogo estranho” (cf. Lv 10.1-3).
A partir de textos como estes, os crentes e líderes assembleianos, de modo simples, mas arguto, reconheciam no reteté um fenômeno divorciado da fé pentecostal e próprio de crentes imaturos.
O termo “reteté” parece consistir numa onomatopeia derivada do som de pés batendo no chão, algo que se verifica frequentemente na atitude de adeptos desse movimento. Criou-se também, nesse meio, um dialeto próprio, que envolve termos como “canela de fogo”, “sapatinho de fogo”, “manto”, “fogo puro”, “terra”, “nébias”, num glossário utilizado tanto pelos praticantes do movimento como por alguns pentecostais clássicos, que o fazem comumente de maneira jocosa.
É importante reconhecer as razões pelas quais o reteté encontrou espaço no ambiente pentecostal, e talvez algumas dessas razões tenham cunho social, cultural e existencial: como as igrejas pentecostais são formadas principalmente por pessoas menos favorecidas, a pregação formal e a liturgia solene das igrejas históricas pode ter ensejado certo distanciamento entre a liderança e o povo, enquanto nas igrejas pentecostais há grande espaço para os leigos, que se manifestam pela oralidade e, no reteté, também pela “corporalidade”*, o que oferece uma sensação de pertencimento e de poder.
Diga-se, aliás, que um dos efeitos do reteté é o empoderamento de figuras aparentemente cheias do Espírito, não raro mulheres, ao lado das quais se veem pastores submissos, ao mesmo tempo encantados com tamanho “poder” e ávidos por auferir os benefícios de um público ampliado. Assim, mesmo igrejas que não ordenam mulheres ao pastorado acabam sendo, na prática, pastoreadas por algumas delas, sendo comum pessoas irem àquela igreja somente quando a irmã está ali “para revelar”.
Outro aspecto digno de nota é o abismo que existe entre três níveis de teologia pentecostal, como explicado pelo pastor e teólogo assembleiano Claudionor Correa de Andrade**: o nível oficial, o nível acadêmico e o nível místico.
Pensemos aqui no campo assembleiano, até porque se trata da maior igreja pentecostal (e evangélica) do Brasil, de onde surgiram tantas dissidências: enquanto o nível teológico oficial é aquele vertido nos livros editados pela CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) e chancelados pelo Conselho de Doutrina da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil), o nível místico é o popular, que nasce na vivência do povo; já o nível acadêmico tenta explicar o que acontece no mundo pentecostal, mas frequentemente de maneira pouco acessível ao público comum.

De toda maneira, uma simples pesquisa histórica é capaz de demonstrar que a Assembleia de Deus, tanto em sua teologia oficial como na prédica de seus pioneiros, não endossou o “fogo estranho”, assim como, em nossos dias, não o ratifica.
É certo que o pioneiro Gunnar Vingren passou por experiência incomum de riso (alguns chamam de “riso santo”), mas como reação emotiva à obra de Deus, e não como dom espiritual, marca do pentecostalismo ou experiência que deva ser normativa para o cristão.
Neste passo, chamemos à baila um depoimento do próprio missionário Gunnar Vingren sobre algo que testemunhou em Criciúma-SC***:
Primeiro cantaram um hino. Depois todos tiraram os sapatos e se deitaram no chão num círculo. Depois que todos haviam orado, começaram a pular e a dançar durante mais ou menos meia hora. Depois se puseram de joelhos outra vez e oraram. Eu os exortei a que deixassem essa coisa de dançar, pois isso não está escrito no Novo Testamento, e era uma bobagem que eles deviam abandonar. [Mensageiro da Paz, Ano 79, Número 1.494 – Novembro de 2009].
A Declaração de Fé das Assembleias de Deus no Brasil (publicada em abril de 2017) em nenhum momento aprova ou anuncia como marca do pentecostalismo aquilo que configura a essência do reteté. Não há no seu cap. XX (dedicado à doutrina do Espírito Santo) uma linha sequer defendendo tal conceito.
Há na internet pronunciamentos de diversos pastores assembleianos brasileiros contra o reteté: Antonio Gilberto, Claudionor Correa de Andrade, Elienai Cabral, Elinaldo Renovato de Lima, Daniel Nunes da Silva. De maneira muito clara e contundente, esses doutos pastores expressam a teologia oficial de nossa denominação. Semelhantemente, o célebre pastor pentecostal David Wilkerson criticou duramente esses cultos extravagantes.
Na história dos avivamentos, houve episódios caracterizados por comportamentos fortemente emocionais, o que não é exclusivo ao mundo pentecostal. Todavia, com o tempo as manifestações tendem a ser explicadas à luz da Bíblia ou controladas sob a supervisão da liderança pastoral, não podendo ser o centro das atenções no culto, nem descambar para o exagero.
Como explica o teólogo pentecostal Paulo Romeiro, movimentos religiosos passam por fases de entusiasmo, organização, educação e estagnação. Podemos afirmar que o reteté seria uma forma de ampliar exagerada e artificialmente a fase do entusiasmo, desconsiderando os bons frutos da educação teológica – é claro que não queremos ser vencidos pela fase da estagnação, mas para isso precisamos de verdadeiro avivamento, e não de “fogo estranho”.
O movimento do reteté parece muito com a “Benção de Toronto”, movimento surgido no início da década de 1990 no seio da Comunidade Vineyard (Videira) do Aeroporto de Toronto, igreja dirigida pelo pastor John Arnott e sua esposa Carol. A matriz da Comunidade Vineyard, pastoreada à época pelo americano John Wimber, é uma igreja da chamada “Terceira Onda”, muito diferente das igrejas pentecostais históricas, classificadas como sendo da “Primeira Onda”.
Em seu livro “Quando o Espírito vem com poder” (publicado pela ABU Editora), John White trata das manifestações espirituais com uma abordagem bíblica, histórica e psiquiátrica. Tendo conhecimento do Movimento de Vineyard, White busca discernir comportamentos biblicamente fundamentados daqueles que são meramente psicológicos ou até demoníacos.
Quanto à maneira de aferir se determinadas manifestações procedem de Deus, White sugere que se observem os “frutos” e também o “pomar”: os frutos são os efeitos que surgem a partir dali: se se produzem ou não mais evangelização, mais fervor, mais santidade, mais ética, mais desejo de conhecer a Bíblia; o pomar é o cenário em que ocorrem as manifestações, se caracterizado pela pregação da Palavra de Deus ou se condicionado por sugestões psicológicas, teatro ou palavras de incentivo a comportamentos bizarros.
Temos de deixar algo muito claro: não há na Bíblia nenhuma recomendação a que as igrejas pratiquem o reteté. E mais: não há personagens bíblicos que promovam o reteté em nome de Deus.
Pelo contrário, as recomendações do apóstolo Paulo quanto ao exercício dos dons espirituais falam de “ordem e decência”, da finalidade dos dons (edificação), da sujeição do espírito do homem ao próprio homem, da necessidade de ordenar e julgar as profecias, da necessidade de interpretar línguas quando estas venham a ser proferidas como discurso. Não há incentivo à desordem, à bizarrice, ao ridículo.
Houve, sim, eventos bíblicos extraordinários que produziram efeitos corporais: quando da dedicação do Templo em Jerusalém, a glória do SENHOR tomou a Casa de tal forma que os sacerdotes não conseguiam se pôr de pé (I Rs 8.10,11); Ezequiel caiu sobre o seu próprio rosto ao contemplar a glória do SENHOR (Ez 1.28; 3.23); Daniel desfaleceu em virtude das visões celestiais recebidas (Dn 10.7-21); Pedro, Tiago e João caíram diante da Transfiguração (Mt 17.12-6); João caiu “como morto” aos pés de Cristo glorificado (Ap 1.17). No entanto, trata-se de eventos especiais, que não podem servir de prescrição para a Igreja, segundo a regra hermenêutica de que “não se deve doutrinar a partir de narrativas”, ressalvando-se os momentos em que a própria narrativa se constrói com propósito doutrinário (caso de Lucas-Atos, em linhas gerais).
Desde, pelo menos, a década de 1990 o pentecostalismo brasileiro tem absorvido influências de igrejas da Terceira Onda como se fossem experiências essencialmente pentecostais, e igrejas chamadas “neopentecostais” têm influenciado a Assembleia de Deus (deveríamos ser mais neotestamentários e nunca “neopentecostais”, tendo em conta o que se acha debaixo do imenso guarda-chuva “neopentecostal”).
Além disso, e para nossa imensa tristeza, o pentecostalismo brasileiro tem sido minado também a partir de algumas igrejas e entidades assembleianas, como certos congressos de última hora, onde pregadores supostamente pentecostais deitam ideias amalucadas e promovem performances destrambelhadas, que nada têm que ver com a fé pentecostal, de modo que as novas gerações acabam imitando péssimos exemplos.
Por tudo o que ora se registra, deixo aos leitores as mesmas conclusões que pontuei aos irmãos presentes à referida EBO, com uma proposta ao final, que, da mesma forma, dirigi ao público presente. Vejamos:
1 – Se realmente consideramos que a Bíblia é nossa regra de fé e conduta, sendo autoritativa e suficiente, devemos rejeitar o ensino de que manifestações do Espírito não precisam ter fundamento bíblico.

2 – A hermenêutica pentecostal precisa estar firme em sua posição de hermenêutica cristã ortodoxa, sem se pautar pela experiência individual ou coletiva, mas por regras aceitáveis e pelo método histórico-gramatical, consagrado pela Reforma Protestante e referido pela Declaração de Fé das Assembleias de Deus no Brasil.
3 – Precisamos encurtar a distância entre a teologia oficial e a teologia popular, o que passa pelo controle do púlpito e pelo respeito aos elementos componentes do culto neotestamentário.
4 – Não podemos proibir as manifestações genuinamente espirituais nem desprezar as emoções em si ou os fatores sociais envolvidos, mas atuar de forma pastoral, com base numa boa teologia, para mostrar o que de fato é pentecostalismo, distinguindo-o do que não é.
5 – Precisamos incentivar a busca do dom de discernimento de espíritos, pouco popular em nosso meio.
6 – Não devemos cair no Espírito – o Espírito é que biblicamente cai nos crentes em Jesus.
Por fim, a proposta do autor é que o reteté seja explicitamente reconhecido como movimento herético, alheio ao pentecostalismo; que líderes adeptos do reteté sejam aconselhados a abandonar as práticas do movimento ou assumir a possibilidade de uma disciplina ética; e que os vocacionados ao diaconato e ao episcopado sejam orientados à ortodoxia pentecostal, sob pena de não serem ordenados a tais ofícios eclesiásticos.
*Para uma reflexão sobre oralidade e corporalidade  no campo pentecostal, sugiro a leitura do artigo acadêmico “Pentecostalidade e pentecostalismo: fatores de crescimento associados à oralidade”, escrito pelo teólogo assembleiano Claiton Ivan Pommerening e publicado na Azusa – Revista de Estudos Pentecostais, no seguinte endereço: http://azusa.faculdaderefidim.edu.br/index.php/azusa/article/view/8/7
**Declarações presentes em vídeo disponível no Youtube, assim como nos casos das citações aos pastores Antonio Gilberto, Elienai Cabral, Elinaldo Renovato de Lima, Daniel Nunes da Silva, David Wilkerson e Paulo Romeiro (todos pentecostais, é bom lembrar).
***A citação do missionário e pioneiro pentecostal Gunnar Vingren foi extraída do artigo “Gunnar Vingren incentivou ‘cultos’ extravagantes?”, da lavra de Gutierres Fernandes Siqueira e disponibilizado no blog Teologia Pentecostal, no seguinte endereço: ttps://teologiapentecostal.blog/2015/10/31/gunnar-vingren-incentivou-cultos-extravagantes/
Ministro do Evangelho (ofício de evangelista), da Assembleia de Deus em Salvador/BA. Foi membro do Conselho de Educação e Cultura da Convenção Fraternal dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Estado da Bahia, antes de se filiar à CEADEB (Convenção Estadual das Assembleias de Deus na Bahia). Bacharel em Direito.
PUBLICIDADEFonte: gospelprime











Cresça, amadureça dê lugar a idoneidade

Idoneidade, palavrinha que cada dia percebemos seu desuso e a pouca importância a esta qualidade que faz com que as pessoas sejam mais sensatas em suas atitudes, e é de salutar recomendação que estejamos atentos a cada atitude, ação, julgamento, participação, enfim a idoneidade deve estar presente em tudo que envolve em nossas vidas, até mesmo brincadeiras, que quando a fazemos sem o senso crítico da idoneidade, podemos comprometer pessoas, sentimento e até decisões importantes.

DEFININDO IDONEIDADE:

Idoneidade moral é o conjunto de qualidades que recomendam o indivíduo à consideração pública, com atributos como honra, respeitabilidade, seriedade, dignidade e bons costumes.
A idoneidade significa a qualidade de boa reputação, do bom conceito que se tem de uma pessoa.
Uma pessoa que possui idoneidade moral significa que ela é considerada honesta e honrada no ambiente em que está inserida, ou seja, é uma pessoa de bem, e esse requisito é avaliado a partir do cumprimento de normas e padrões.
Há pessoas que são como eternas crianças, nunca amadurecem, seu comportamento é irresponsável, seus tratos e a forma com que lida com as diretrizes da vida nota-se que são cheias de atitudes infantis, são pessoas que precisam viver debaixo de uma liderança ou um tutorial permanente para que ela não comprometa suas ações e e torne uma pessoa fracassada.
Você é uma pessoa IDÔNEA.
O que é uma pessoa idônea?
É aquela que, pelos seus modos, hábitos e costumes desperta confiança e outros sentimentos positivos de seus semelhantes. Uma pessoa idônea, de um modo geral, possui um padrão de ética e adota princípios inflexíveis para si, dos quais resulta o bom conceito de que desfrutam. Esse código e esses princípios via regra são mais ou menos os seguintes:
a) Cada indivíduo deve rigorosamente cuidar de sua própria vida, sem se preocupar com a de seus semelhantes. Deve haver entre todos uma inter-relação e uma cooperação, mas de forma alguma uma inter-ingerência. Cada um é senhor de si mesmo e toda a pretensão contrária peca por falta de legitimidade. Se, por uma razão qualquer, formos obrigados a dirigir nossa atenção em direção à vida alheia, deve ser sempre no sentido construtivo de auxiliar ou de orientar. Nunca de criticar, diminuir, agravar. Cada um que trate de seus problemas, portanto. O tempo é por demais escassos e temos um longo caminho a andar em nossa própria direção. Não há, portanto, tempo a perder preocupando-se negativamente com o que faz ou com o que não faz o nosso semelhante. A primeira norma, portanto, de uma pessoa idônea é um comportamento rigoroso e até mesmo intransigente nesse particular.

b) Não há tempo a perder. Tudo corre, tudo muda, tudo passa. AVANÇA. É preciso avançar também. Os olhos devem estar voltados para os horizontes que existem em frente. A vida corre muito depressa. Não é possível perder tempo com mesquinharias, porque ela possui muita grandeza. Por que se envolver em conflitos? Por que se preocupar com o lado negativo das coisas? Por que se ater ao lado triste, se existe o alegre; o mau, se existe o bom? O nosso pensamento deve estar objetivamente concentrado somente na direção positiva, fazendo o que é bom, adotando o que é bom, aceitando o que é bom e rejeitando categoricamente tudo o que seja contrário.
c) Aos outros o que é dos outros. Jamais devemos cobiçar o que não nos pertence, nem o que seja lícito ou passível de cobiça. Dentro dessa premissa, há necessidade de se manter a mais absoluta integridade moral, pessoal, econômica e social. Estes itens representam as bases em que se firma a idoneidade individual. Equivalem a dizer que a pessoa idônea possui uma série de qualidades apreciáveis que de forma alguma deixam de ser percebidas e que forma um verdadeiro padrão de sua existência. Entre essas qualidades são de particular revelo:
Escrúpulo em tudo o que faz
Nada é feito levianamente.
Ao defender ou ao procurar seus interesses, verifica, primeiramente, se há legitimidade nos mesmos e se não há o risco de prejuízos de terceiros.
Compra-se, paga.
Promete-se, cumpre.
Afiança-se, honra.
Diz-se sim, não se contradiz,
Diz-se não mantém o dito.
Não transige nem contemporiza.
É sim ou é não.
Não faz uso do talvez, quem sabe, eu acho e outros.
A objetividade é sua premissa básica.

Tudo o que faz obedece à ética e à honra
Uma pessoa idônea, em todos os sentidos, de forma alguma transige com coisas que digam respeito à moral, aos costumes e às convenções tidas, havidas e aceitas como boas. É, por isso, infensa ao aventureirismo, às improvisações e às ações a descoberto que podem comprometê-la ou prejudicar a outrem.
Não há, portanto, o que se admirar de a pessoa idônea despertar confiança aos outros e desfrutar de crédito em todos os sentidos, tanto no que diz respeito à sua vida econômica como à sua individualidade propriamente dita.
E agora? como está sua idoneidade?










Não toqueis nos meus ungidos, vale pra todos os crentes?

O mais novo jargão de "ameaça e vingança" entre os evangélicos ou crentes como queiram chamar é o uso do verbo imperativo afirmativo - "Não toqueis nos meus ungidos". Uma citação bíblica em I Crônicas na íntegra (Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal.)  I Cron. 16.22 veja bem que está específico o cuidado de Deus sobre seus ungidos e profetas, porém vamos estudar brevemente esta colocação e descobrir biblicamente quem era um e quem era outro.
Vejamos o que um dos grandes teólogo da atualidade Pr. Augustus Nicodemus esclarece de forma clara e explícita:

Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:
A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).
Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: “O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor” (1Sm 24:6).

Noutra ocasião, Davi impediu com o mesmo argumento que Abisai, seu homem de confiança, matasse Saul, que dormia tranquilamente ao relento: “Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?” (1Sm 26:9). Davi de tal forma respeitava Saul, como ungido do Senhor, que não perdoou o homem que o matou: “Como não temeste estender a mão para matares o ungido do Senhor?” (2Sm 1:14).

Esta relutância de Davi em matar Saul por ser ele o ungido do Senhor tem sido interpretado por muitos evangélicos como um princípio bíblico referente aos pastores e líderes a ser observado em nossos dias, nas igrejas cristãs. Para eles, uma vez que os pastores, bispos e apóstolos são os ungidos do Senhor, não se pode levantar a mão contra eles, isto é, não se pode acusa-los, contraditá-los, questioná-los, criticá-los e muito menos mover-se qualquer ação contrária a eles. A unção do Senhor funcionaria como uma espécie de proteção e imunidade dada por Deus aos seus ungidos. Ir contra eles seria ir contra o próprio Deus.

Mas, será que é isto mesmo que a Bíblia ensina?

A expressão “ungido do Senhor” usada na Bíblia em referência aos reis de Israel se deve ao fato de que os mesmos eram oficialmente escolhidos e designados por Deus para ocupar o cargo mediante a unção feita por um juiz ou profeta. Na ocasião, era derramado óleo sobre sua cabeça para separá-lo para o cargo. Foi o que Samuel fez com Saul (1Sam 10:1) e depois com Davi (1Sam 16:13).

A razão pela qual Davi não queria matar Saul era porque reconhecia que ele, mesmo de forma indigna, ocupava um cargo designado por Deus. Davi não queria ser culpado de matar aquele que havia recebido a unção real.

Mas, o que não se pode ignorar é que este respeito pela vida do rei não impediu Davi de confrontar Saul e acusá-lo de injustiça e perversidade em persegui-lo sem causa (1Sam 24:15). Davi não iria matá-lo, mas invocou a Deus como juiz contra Saul, diante de todo o exército de Israel, e pediu abertamente a Deus que castigasse Saul, vingando a ele, Davi (1Sam 24:12). Davi também dizia a seus aliados que a hora de Saul estava por chegar, quando o próprio 

Deus haveria de matá-lo por seus pecados (1Sam 26:9-10).
O Salmo 18 é atribuído a Davi, que o teria composto “no dia em que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul”. Não podemos ter plena certeza da veracidade deste cabeçalho, mas existe a grande possibilidade de que reflita o exato momento histórico em que foi composto. Sendo assim, o que vemos é Davi compondo um salmo de gratidão a Deus por tê-lo livrado do “homem violento” (Sl 18:48), por ter tomado vingança dos que o perseguiam (Sl 18:47).

Em resumo, Davi não queria ser aquele que haveria de matar o ímpio rei Saul pelo fato do mesmo ter sido ungido com óleo pelo profeta Samuel para ser rei de Israel. Isto, todavia, não impediu Davi de enfrentá-lo, confrontá-lo, invocar o juízo e a vingança de Deus contra ele, e entregá-lo nas mãos do Senhor para que ao seu tempo o castigasse devidamente por seus pecados.
O que não entendo é como, então, alguém pode tomar a história de Davi se recusando a matar Saul, por ser o ungido do Senhor, como base para este estranho conceito de que não se pode questionar, confrontar, contraditar, discordar e mesmo enfrentar com firmeza pessoas que ocupam posição de autoridade nas igrejas quando os mesmos se tornam repreensíveis na doutrina e na prática.

Não há dúvida que nossos líderes espirituais merecem todo nosso respeito e confiança, e que devemos acatar a autoridade deles – enquanto, é claro, eles estiverem submissos à Palavra de Deus, pregando a verdade e andando de maneira digna, honesta e verdadeira. Quando se tornam repreensíveis, devem ser corrigidos e admoestados. Paulo orienta Timóteo da seguinte maneira, no caso de presbíteros (bispos/pastores) que errarem: “Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam” (1Tim 5:19-20).

Os “que vivem no pecado”, pelo contexto, é uma referência aos presbíteros mencionados no versículo anterior. Os mesmos devem ser repreendidos publicamente.
Mas, o que impressiona mesmo é a seguinte constatação. Nunca os apóstolos de Jesus Cristo apelaram para a “imunidade da unção” quando foram acusados, perseguidos e vilipendiados pelos próprios crentes. O melhor exemplo é o do próprio apóstolo Paulo, ungido por Deus para ser apóstolo dos gentios. Quantos sofrimentos ele não passou às mãos dos crentes da igreja de Corinto, seus próprios filhos na fé! Reproduzo apenas uma passagem de sua primeira carta a eles, onde ele revela toda a ironia, veneno, maldade e sarcasmo com que os coríntios o tratavam:
“Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco. Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis. Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos  injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos. Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados. Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (1Cor 4:8-17).

Por que é que eu não encontro nesta queixa de Paulo a repreensão, “como vocês ousam se levantar contra o ungido do Senhor?” Homens de Deus, os verdadeiros ungidos por Ele para o trabalho pastoral, não respondem às discordâncias, críticas e questionamentos calando a boca das ovelhas com “não me toque que sou ungido do Senhor,” mas com trabalho, argumentos, verdade e sinceridade.

“Não toque no ungido do Senhor” é apelação de quem não tem nem argumento e nem exemplo para dar como resposta.

Publicado por: Daniel Mendes  - DRT 0092/MS











Cada dia construímos histórias!

É muito prazeroso ouvir elogios, receber aplausos, porém nunca escapamos da crítica perversa, da sentença das línguas más e felinas, porém isso faz parte da nossa vida, ninguém chega ao topo do sucesso, ou segue focado nas conquistas se não for alvo daqueles que são verdadeiros fracassos, não conseguem ingerir nossos resultados, se for pior, estamos tranquilos, porém se for sublime seremos vítimas e atacados para que venhamos desistir, só deixando claro, que nem tudo é de graça na vida, tudo tem seu preço. Continue lutando.








IGREJAS - Quem são os presidentes dos campos ?

Impossível começar essa matéria sem antes passar por este tão impactante versículo bíblico "E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência" Jer. 3.15. Pastores presidentes é um título conferido a um ministro do evangelho, ordenado e empossado em um município ou cidade para então desenvolver a obra que lhe é confiada, ou seja atuar como apascentador do rebanho de Deus,  desenvolver com seus membros a tão honrosa missão das conquistas das almas.
Muito antes da chamada divina e da vocação pastoral, a vida do ministro requer requisitos de uma conduta ilibada, nos seguintes âmbitos;  moral, familiar, e social. Não tem como contrapor a estes tão importantes requisitos, pois são estes que os credencia a terem créditos naquilo que pregam ou ensinam o seu rebanho ou discípulos, vejamos esta nota bíblica "Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus" 1 .Cor. 4.1 sim isso mesmo! não é uma credencial de uma convenção ou uma ata ministerial até mesmo aclamação em reuniões de ministérios, que lhe garante que estás dentro do processo da chamada e vocação. 
Vamos deixar mais claro para os atuantes e pretensos candidatos ao tão cobiçado cargo de pastor presidente.
Do âmbito moral > O pastor para presidir um campo eclesiástico é preciso ter conduta moral, sem nenhuma censura, o apóstolo Paulo um dos líder da igreja primitiva, nas suas recomendações e orientando seus discípulos, ele certifica que em coisa alguma, devamos dar escândalo, para assim evitar que trabalho ou atuação de um ministro, sofresse retaliação em detrimento aos seu mal comportamento ou desleixo com algum tipo de conduta, que comprometa sua vida moral. Vejamos "Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado" 2. Cor. 6.3. Diante de fatos não há argumentos.
Do âmbito familiar>  Guardei essa frase ouvindo uma prédica de um certo orador "diante das palavras, vai nossos exemplos" o pastor pode pregar sermões de abalar a terra, chover no deserto, fazer paralítico andar, porém a permanência dele e credibilidade nas suas pregações serão validadas, não nas suas retóricas, na sua habilidade intelectual, ou formação teológica ou curso superior, pois sua família, isto é, esposa e filhos a maneira como vivem convivem dentro de uma igreja, na condução do pastor. eles é que darão a veracidade das verdades pregadas e vividas pelo homem de Deus, saudoso Emílio Conde, ilustre compositor da harpa cristã, em um dos periódicos já em desuso a revista " O Obreiro" (CPAD) escreveu: "Deus precisa de obreiros, que vivam a mensagem que prega" ele não estava equivocado quando fez essa afirmação, confira "Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?" 1 Tim. 3.5. Diante disso, cai por terra qualquer ideia que, o importante é o que se diz no púlpito da igreja e não o que se vive fora dele, ledo engano.
Do âmbito social > O servo de Deus tem que ser cauteloso com sua vida dentro e fora da igreja, longe dos olhares da sua membresia, sempre alguém estará de olho e conferindo aquilo ele prega e o que ele vive na prática, esse assunto parece repetitivo, porém a sociedade organizada na atualidade é muito crítica, e a mídia está nas mãos desde o mais leigo e os cultos, as informações chegam em ritmo veloz, e certas atitudes de um pastor sendo ela deselegante, pode comprometer sua confiança e moral no meio social, os fatos e boatos depois de espalhados farão destroços irreparáveis, que deixarão entristecida a igreja onde ministra e comprometendo a qualidade da sedução do evangelho, Paulo mais uma vez fala em Efésios "Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,
E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho" Efésios 6.18,19. Não podemos tentar burlar a tão nobre missão uma vez que estão empossados no seu campo de trabalho, humanizando o processo de tempo frente a obra cometendo, atos que não agrada aquele que o alistou é preciso consciência, temor e seriedade para assim receber louvor pelo relevante trabalho na seara do mestre. Deus abençoe os arautos da verdade divina.










Câmara Municipal de Angélica, suscita a lei do dia do evangélico.

      Passado quase 17 anos a câmara municipal de Angélica, numa das sessões  realizadas nas segunda feiras, no mês de março pp, levantou a ...